começa amanhã

Zahran e Dorileo Leal promovem debates entre candidatos à prefeitura de Cuiabá

Os encontros serão os melhores momentos para o eleitor comparar forças e fraquezas dos candidatos

Publicado em

Política

Foto: Reprodução/omatogrosso.com

A série de debates programados para as eleições 2024, começa na próxima terça-feira (20), candidatos a prefeito de Cuiabá, Eduardo Botelho, Abílio Brunini, Lúdio Cabral e Domingos Kennedy, terão a oportunidade de debater entre si sobre questões políticas, denúncias e seus próprios planos de governo. Os encontros serão os melhores momentos para o eleitor comparar forças e fraquezas dos candidatos. Porque não basta ter as melhores propostas, na comparação o eleitor de Cuiabá, pesa também quem é o melhor e o mais preparado para assumir o cargo de prefeito da Capital do estado, depois de 8 anos de gestão do atual prefeito Emanuel Pinheiro.

João Dorileo Leal e Ueze Elias Zahran (falecido em 2018), são dois empresários da comunicação que tem uma longa tradição em dar espaços a debates das disputas aos cargo de prefeito de Cuiabá. As empresas de mídia de ambos vão realizar, cada um, dois debates, além de outros previstos no calendário eleitoral.

O primeiro acontece na terça-feira (20), a partir das 19h00, através do Portal Primeira Página, que faz parte do Grupo Zahran. A transmissão terá mediação do jornalista Aldair Santos, da Rádio Centro América FM. No dia 03 de setembro será a vez da TV Vila Real, empresa do Grupo Gazeta de Comunicação de João Dorileo Leal. O debate está marcado para as 10h50.

No dia 06 de setembro, às 20h00, os candidatos se enfrentarão em um debate organizado pelo Conselho Regional de Medicina (CRM), o foco será na saúde da capital, cogitado como o tema mais importante, por conta da crise na saúde nos últimos tempos.

Na reta final da campanha, os candidatos se enfrentarão no dia 1° de outubro e volta a ser na TV Vila Real, a partir das 10h50. O debate trará o confronto direto entre os candidatos, que poderão fazer perguntas entre si.

Já o último confronto está previsto para o dia 03 de outubro, três dias antes do primeito turno. O confronto será transmitido pela emissora TV Centro América (TVCA). O horário ainda não foi confirmado. Os debates promovidos pelas emissoras de Ueze Elias Zahran e João Dorileo Leal costumam ter ampla cobertura e grande repercussão na mídia local.

A grosseria de Abílio em 2020

No debate da eleição de prefeito na eleição passada em que fez uma grosseria com o empresário Dorileo Leal, recusando-se a cumprimentar o diretor do Grupo Gazeta que estava recepcionando os candidatos na porta da TV, como tradicionalmente faz. Abílio demorou a pedir desculpas ao diretor do Grupo Gazeta de Comunicação, João Dorileo Leal, pela grosseria de se recusar a cumprimentá-lo na chegada à sede do grupo para o debate entre os candidatos a prefeito na TV Vila Real, no segundo turno das eleições de 2020. Só em 2021 é que Abílio resolveu pedir desculpas pela grosseria feita. A conferir qual será a postura de Abílio Brunini na entrada da TV Vila Real agora em 2024.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

Advogado aciona Justiça contra Pivetta e pede conclusão de promoções de coronéis da PM

Publicados

em

Ação popular questiona decisão do Governo de Mato Grosso de não efetivar promoções previstas para 5 de setembro e pede medida liminar para obrigar Estado a dar andamento ao procedimento
O advogado Marco Antonio Souza e Silva ingressou com uma ação popular, com pedido de tutela liminar, contra o Estado de Mato Grosso e o governador Otaviano Pivetta, questionando a não conclusão das promoções de oficiais ao posto de coronel da Polícia Militar de Mato Grosso (PMMT), previstas para o dia 5 de setembro de 2026.
Na ação, protocolada na Vara Especializada de Ações Coletivas da Comarca de Cuiabá, o advogado sustenta que a legislação estadual estabelece os dias 21 de abril e 5 de setembro de cada ano para a realização das promoções na Polícia Militar. Segundo o documento, havia cinco vagas para coronel e 15 tenentes-coronéis habilitados, mas as promoções não foram efetivadas na data prevista.
A ação ganhou força após declarações atribuídas ao governador Otaviano Pivetta. Conforme consta na petição, ao ser questionado publicamente sobre o assunto no dia 7 de setembro, Pivetta afirmou que ainda estava analisando a questão, que a promoção dos novos coronéis “não é prioridade” e que “às vezes não nomear é governar”.
Para Marco Antonio, a discussão não busca fazer com que o Poder Judiciário escolha quais oficiais devem ser promovidos. A tese apresentada é de que uma eventual margem de escolha do governador entre os militares habilitados não permitiria ao chefe do Executivo simplesmente deixar de concluir o procedimento previsto em lei.
A petição sustenta ainda que a paralisação pode atingir princípios constitucionais como legalidade, impessoalidade, moralidade e finalidade administrativa. O advogado argumenta que, caso exista algum impedimento técnico ou jurídico para as promoções, a razão deveria ser formalmente apresentada pela administração estadual.
Liminar pede explicações em 48 horas
Entre os pedidos apresentados à Justiça, Marco Antonio requer que o Estado entregue, no prazo de 48 horas, a íntegra do processo administrativo relacionado às promoções, incluindo a relação de vagas e habilitados, classificações, pontuações, atas da Comissão de Promoção de Oficiais, documentos enviados ao governador, pareceres jurídicos e eventuais ordens de adiamento.
O advogado também pede que Pivetta e o Estado sejam obrigados a apresentar, em até cinco dias úteis, os fundamentos jurídicos concretos que levaram à não conclusão das promoções. Além disso, solicita que a Justiça determine a continuidade e conclusão do procedimento em prazo a ser estabelecido judicialmente.
A ação também levanta a possibilidade de apuração de eventual desvio de finalidade eleitoral, caso documentos ou comunicações internas demonstrem que a postergação das promoções ocorreu por razões eleitorais ou por finalidade estranha às regras da carreira militar. A própria petição ressalva, porém, que essa hipótese não é apresentada como fato comprovado neste momento.
No mérito, o autor pede que seja reconhecida a ilegalidade da paralisação do procedimento após 5 de setembro caso não exista causa jurídica considerada idônea e que o Estado seja obrigado a concluir o processo por meio de decisão formal e fundamentada.
A ação foi assinada por Marco Antonio Souza e Silva, que atua em causa própria, e é datada de 8 de setembro de 2026.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA