Parceria
KALIL MOSTRA APOIO A CANDIDATURA DE EDUARDO BOTELHO PARA PREFEITO DE CUIABÁ
Baracat pediu permissão ao seu partido para não subir ao palanque do provável candidato a prefeito de Cuiabá, o empresário Domingos Kennedy
Política
Kalil Baracat (MDB), candidato à reeleição a prefeito de Várzea Grande, disse que pediu permissão ao seu partido para não subir ao palanque do provável candidato a prefeito de Cuiabá, o empresário Domingos Kennedy (MDB), para estar ao lado do seu “parceiro”, o presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (União), que também vai disputar o cargo de prefeito da capital do estado.
“É meu parceiro de primeira hora, um grande político, me ajudou muito na minha administração, eu só tenho que elogiar e agradecer Botelho, que conte comigo, porque tem um parceiro aqui, tem um amigo, nós somos de partidos diferentes, mas eu sou grato ao Botelho e pedi licença ao meu partido para declarar essa fidelidade ao deputado Botelho e pré-candidato a prefeito de Cuiabá”, comentou prefeito de Várzea Grande.
Segundo Kalil, não poderia ficar neutro no processo eleitoral da Cuiabá porque o presidente da Assembleia auxiliou na captação de recursos para desenvolvimento de Várzea Grande.
Baracat ressalta que Botelho, poderia ter sido prefeito de Várzea Grande, assim como foi cogitado há três anos, porém deixou o projeto para que pudesse caminhar junto no processo de reeleição.
“Ele poderia ter vindo ser candidato a Várzea Grande, não veio, me apoiou e me ajudou, o desprendimento que o Botelho teve e é um parceiro.
Botelho me ajudou muito, inclusive nos convênios da educação, saúde e infraestrutura. Boa parte, quem conseguiu esses convênios junto ao governo, foi o presidente da Assembleia e hoje pré-candidato a prefeito de Cuiabá”, relembrou.
Política
Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS
O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.
O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).
Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.
O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.
O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.
Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.
O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.
Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira
-
Polícia7 dias atrásDeputado defende investimentos em infraestrutura sem novos custos para a população
-
Política42 minutos atrásPolícia Civil prende foragido por roubo em Poconé
-
Cidades5 dias atrásCraques da Natureza: veja onde e quando participar da produção de mudas em Cuiabá
-
Cidades41 minutos atrásAvenida Miguel Sutil terá interdição para continuidade das obras do Complexo Leblon
-
Política5 dias atrásPolícia Militar conduz homem e adolescente faccionados à delegacia e apreende revólver em Cáceres
-
Cidades41 minutos atrásPrefeito de Cuiabá recebe policiais que iniciam estágio operacional em Motopatrulhamento Tático
-
Política6 dias atrásDeputado diz que edição de MP foi o acordo possível para viabilizar renegociação de dívidas rurais
-
Cidades5 dias atrásEntrevistas técnicas para diretor e coordenador escolar acontecerão em julho

