VICE DE BOTELHO

Gisela não quer disputar a vaga para ser vice de Botelho

Parlamentar já disse que não existe essa possibilidades de disputar as eleições como vice de Botelho

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Política

Foto Bruno Spada Câmara Federal

Um dos nomes cogitados para ocupar a vaga de vice da pré-candidatura de Eduardo Botelho (UNIÃO), à prefeitura de Cuiabá, é a deputada federal Gisela Simona (UNIÃO).

Segundo a parlamentar, não existe essa possibilidades de disputar as eleições deste ano como vice de Botelho. Ela ressaltou ainda que existe um entendimento na sigla de que a função será assumida por indicação das legendas que fazem parte do arco das alianças.

“O que se busca é contemplar o arco de aliança. O União Brasil talvez seja o partido que saia com o arco de alianças, nós estamos com pretensão de fechar com 9 partidos. Então, nós entendemos, desde o início, a importância de termos um partido diferente, então, não é uma questão de não querer, é uma questão de pensar no coletivo”, diz Simona.

O resultado das pesquisas deve ser concluído no fim desta semana. O presidente do União Brasil, governador Mauro Mendes, tem até o próximo dia (05), para fazer as últimas convocações. Há um grande suspense para saber quem ocupará a vaga de vice, gerando ansiedade entre os partidos que estão no arco de aliança de Botelho.

Os Republicanos não aceita o partido PRD, criado de uma fusão do Patriotas e PTB, para ocupar o cargo. Há rumores que o médico Marcelo Sandrin, seja uma boa opção, sendo que ele já faz parte da equipe que trabalha na elaboração do plano de governo de Botelho.

O partido PRD indica para a vaga de vice, o ex-secretário adjunto de Turismo do estado, Felipe Wellaton. Já o partido PP, sugere a professora Rose Araújo, mãe do presidente estadual do partido, deputado Paulo Araújo. O PSB escolhe o empresário Elson Ramos.  Podemos indica o vereador por Cuiabá Kássio Coelho e a Federação PSDB/Cidadania indicou a ex-vereadora Maria Avallone e o ex-secretário da Educação, Marco Marrafon.

 

 

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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