Shopping Popular

GOVERNADOR CRITICOU DURAMENTE DEMORA NO ACIONAMENTO DE BOMBEIROS NO SHOPPING

Mauro disse que houve uma demora muito grande em reportar o início do incêndio

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Política

Atualizada às 08h44 – Governador Mauro Mendes (União) criticou duramente a demora em se acionar o Corpo de Bombeiros no combate ao incêndio que devastou totalmente o prédio onde funcionava o Shopping Popular de Cuiabá. O gestor destacou de que houve sim, uma demora significativa para acionar o Corpo de Bombeiros para atuarem contra o incêndio que atingiu o Shopping Popular, em Cuiabá, na madrugada de segunda-feira (15).

Mauro comentou em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (17), ao retornar das férias, de que o tempo foi muito significativo e que caso o comunicado tivesse ocorrido em período menor a situação poderia ter sido outra.
“Houve uma demora muito grande em reportar o início do incêndio, porque se tivesse sido feito desde o início, provavelmente, nós teríamos tido um desfecho diferente do que tivemos. Foi me relatado que houve uma falha de comunicação, demorou, parece-me, que 26 minutos para ser reportado o incêndio. Isso é um tempo muito grande, 26 minutos daquilo em cinco minutos, quando as fumaças começaram a acontecer, se tivesse comunicado, em sete minutos os bombeiros chegariam ao local”, destacou.
Mauro disse que os bombeiros conseguiram controlar as chamas do início do incêndio, no entanto, reforçou que a falta de ação dos trabalhadores do centro comercial acarretou na tragédia.
Na segunda, o Corpo de Bombeiros emitiu uma nota comentando que as câmeras de vigilância no local apontaram que o fogo começou por volta das 2h20, mas a guarnição foi acionada apenas 26 minutos depois.

Outra questão que vem sendo debatida sobre esse trágico incêndio é que, em nenhum momento, se comentou de que o Shopping Popular teria uma Brigada de Prevenção de Incêndios, própria, ou seja, dentro das instalações do shopping, ou pelo menos, algo similar a tão importante recurso e que seria de muita utilidade em situações de emergência como a de um incêndio.

 

 

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Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS

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O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.

O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).

Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.

O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.

O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.

Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.

O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira



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