APOIOS INSITUCIONAIS
BOTELHO DIZ QUE MAURO E EMANUEL BAIXEM A GUARDA PARA SOLUÇÕES PARA O SHOPPING
Vamos trabalhar todos unidos para encontrar uma solução, sem falar em política, explicou o deputado.
Política
Atualizada às 09h28 – O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (União) e pré-candidato a prefeito de Cuiabá, declarou enfaticamente, que o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) e o governador Mauro Mendes (União) para que deixem suas desavenças de lado para ajudar os comerciantes e trabalhadores que foram impactados com o incêndio que destruiu a estrutura do Shopping Popular, conhecido também como Shopping dos Camelôs, na madrugada desta segunda-feira (15).
O parlamentar destacou ainda esperar que os outros pré-candidatos também abaixem a guarda e comecem a discutir ações que possam atender os camelôs e a reconstruir a sede do estabelecimento empresarial.
“É momento de união, momento que temos que esquecer tudo, inclusive esquecer a campanha que está aí, esquecendo que existe pré-candidato, existe Botelho, existe Abílio, existe candidato do PT, vamos trabalhar todos unidos para encontrar uma solução, sem falar em política”, explicou o deputado.
Um incêndio catastrófico destruiu toda a estrutura do Shopping Popular na madrugada desta segunda. De acordo com o Corpo de Bombeiros, câmeras de vigilância no local apontaram que o fogo começou por volta das 2h20, mas foram acionados apenas 26 minutos depois.
Segundo a Associação dos Camelôs do Shopping Popular, mais de 600 comerciantes e três mil trabalhadores foram impactados com a tragédia.
Política
Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS
O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.
O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).
Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.
O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.
O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.
Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.
O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.
Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira
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