VICE DISPUTADO

Max Russi diz que empresário do PSB será defendido ‘com unhas e dentes’ para vice de Botelho

O parlamentar avaliou ainda que acha cedo a discussão sobre o tema

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Política

Foto Fablicio Rodrigues Secom AL-MT

O presidente Regional do PSB em Mato Grosso, deputado Max Russi, foi bem claro ao afirmar de que o partido vai defender até o fim o nome do empresário Elson Ramos para ser vice na eventual candidatura do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (UNIÃO), a prefeito de Cuiabá.

O parlamentar avaliou ainda que acha cedo a discussão sobre o tema, mas destacou que os nomes que estão surgindo nos bastidores são bons, mas vai tentar convencer Botelho e as lideranças de outros partidos que Elson ocupe a posição.
“Até na convenção partidária, o PSB tem esse nome. Tem outros bons nomes sendo colocados, mas o Elson é o nome do PSB, o nome preparado, já falei, empresário, jovem, eu acho que agrega muito na possível campanha do Botelho essa composição”, reforçou.
A disputa pela indicação da vaga de vice de Botelho está disputadíssima, devido aos excelentes nomes sugeridos para compor  a chapa. Isso já está até beirando a certo tipo de ‘rusga’ entre os partidos, devido ao alto grau empenhado na disputa, em que cada partido que está no arco de alianças da base de sustentação de Botelho, procura atrair a atenção e preferência para seu candidato, lógico.

Partidos como o PP, PRD e Republicanos não abrem mão de fazer a indicação, o que tem provocado um estresse no grupo e já falaram abertamente de que vão até as últimas instâncias em defesa de seus candidatos.
Republicanos não aceita que o PRD, que nasceu entre a fusão do Patriotas e PTB, seja escolhido para ocupar a vaga. Lideranças alegam que a legenda comandada pelo ex-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, não tem representatividade na capital para puxar votos, além de não terem tempo de TV e rádio, diferente do Republicanos.
Para a vaga, o partido aposta no médico Marcelo Sandrin, que faz parte da equipe que trabalha na elaboração do plano de governo de Botelho. O PRD anunciou o ex-secretário adjunto de Turismo do estado, Felipe Wellaton, como opção à vaga. O PP aposta na mãe do presidente estadual do partido, Paulo Araújo, a professora Rose Araújo.

 

 

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Abilio pede que apoiadores aceitem resultado das urnas

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), pediu que os apoiadores encerrem as manifestações contra o resultado da eleição presidencial após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno, realizado no domingo (25). Em publicação nas redes sociais, o gestor defendeu que não haja contestação ou confronto em razão da derrota de Flávio Bolsonaro (PL).

“Não devemos contestar, não devemos confrontar. Acabou”, escreveu Abilio.

A declaração foi publicada após a confirmação da reeleição de Lula e contrasta com a posição de Flávio, que anunciou a intenção de recorrer à Justiça Eleitoral para questionar o resultado. O candidato derrotado alegou irregularidades relacionadas à prorrogação do horário de votação e afirmou que não reconhece o resultado nas condições em que o pleito ocorreu.

Na publicação, Abilio compartilhou uma imagem com uma oração pelo país e afirmou que, diante do desfecho eleitoral, restava “orar e agradecer pelos que lutaram ao nosso lado”. O prefeito também parabenizou Flávio pela campanha, mas ressaltou que pretende manter o foco na administração municipal.

“Nós vamos em frente trabalhando por Cuiabá, cuidando da nossa gente, lutando por Mato Grosso”, declarou.

Prefeito cita divisão política e desafios econômicos

Apesar de defender o encerramento das manifestações contra o resultado, Abilio fez críticas ao cenário político nacional. Na avaliação do prefeito, o país continua dividido e distante de uma pacificação entre os diferentes grupos políticos.

Ele também comentou a composição das instituições brasileiras e demonstrou preocupação com questões econômicas, citando o endividamento público e a pobreza.

A manifestação de Abilio ocorre em um momento de divergência dentro do próprio PL sobre como reagir à derrota presidencial. Enquanto o prefeito defendeu que os apoiadores não contestem nem confrontem o resultado, Flávio anunciou que pretende buscar uma revisão judicial da eleição.

Ao reiterar sua posição, Abilio voltou a pedir que não haja mobilizações contra o desfecho das urnas.

“Não devemos nos manifestar, não devemos contestar, não devemos confrontar. Acabou”, escreveu.



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