VICE DE KALIL!
DEPUTADO ESPERAVA MULHER PARA SER A VICE DE KALIL; MAS, QUE PEDRINHO TEM PREFERÊNCIA
Pedrinho já apresentou ao partido uma lista com assinaturas de 15 vereadores que apoiam sua indicação
Política
Quanto a escolha do vice do prefeito Kalil Baracat (MDB), que vai a reeleição nas próximas eleições e, pelo o que tudo indica, deve ser mesmo o presidente da Câmara de Vereadores de Várzea Grande, vereador Pedro (Pedrinho) Tolares (UNIÃO), que deve ser confirmado nas próximas horas, o deputado estadual Júlio Campos (União) disse que o Chefe da Casa de Leis da cidade industrial é o favorito, sim, para ocupar a vaga de vice de uma possível reeleição do prefeito Kalil Baracat (MDB).
O parlamentar foi mais longe ainda, do porque de sua avaliação ser tão favorável à indicação do vereador Pedrinho. Júlio disse que o vereador Pedrinho já apresentou ao partido uma lista com assinaturas de 15 vereadores que apoiam sua indicação na provável chapa. No entanto, apesar da preferência, ele destacou que o União Brasil fez a indicação de outros nomes do partido para que o emedebista pudesse fazer escolha até sexta-feira (5).
“Nós, do União Brasil, tínhamos o direito de indicar o vice, e apresentamos quatro nomes para ele. Os três vereadores, Pedro, Pablo [Pereira] e Rosy [Prado] e o empresário Elias Domingos. Kalil ficou, nesses três dias, de conversar com os demais partidos para fazer a escolha”, disse.
O deputado que comentou que defendia que o vice deveria ser uma mulher, já que mais da metade do eleitorado de Várzea Grande é composto por mulheres.
Política
Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS
O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.
O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).
Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.
O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.
O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.
Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.
O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.
Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira
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