VICE DE KALIL!

DEPUTADO ESPERAVA MULHER PARA SER A VICE DE KALIL; MAS, QUE PEDRINHO TEM PREFERÊNCIA

Pedrinho já apresentou ao partido uma lista com assinaturas de 15 vereadores que apoiam sua indicação

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Política

AL-MT

Quanto a escolha do vice do prefeito Kalil Baracat (MDB), que vai a reeleição nas próximas eleições e, pelo o que tudo indica, deve ser mesmo o presidente da Câmara de Vereadores de Várzea Grande, vereador Pedro (Pedrinho) Tolares (UNIÃO), que deve ser confirmado nas próximas horas, o deputado estadual Júlio Campos (União) disse que o Chefe da Casa de Leis da cidade industrial é o favorito, sim, para ocupar a vaga de vice de uma possível reeleição do prefeito Kalil Baracat (MDB).

O parlamentar foi mais longe ainda, do porque de sua avaliação ser tão favorável à indicação do vereador Pedrinho. Júlio disse que o vereador Pedrinho já apresentou ao partido uma lista com assinaturas de 15 vereadores que apoiam sua indicação na provável chapa. No entanto, apesar da preferência, ele destacou que o União Brasil fez a indicação de outros nomes do partido para que o emedebista pudesse fazer escolha até sexta-feira (5).
“Nós, do União Brasil, tínhamos o direito de indicar o vice, e apresentamos quatro nomes para ele. Os três vereadores, Pedro, Pablo [Pereira] e Rosy [Prado] e o empresário Elias Domingos. Kalil ficou, nesses três dias, de conversar com os demais partidos para fazer a escolha”, disse.

O deputado que comentou que defendia que o vice deveria ser uma mulher, já que mais da metade do eleitorado de Várzea Grande é composto por mulheres.

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Cattani cobra solução para sistema florestal e cancelamentos de CAR de pequenos produtores

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O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) cobrou providências da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a sessão plenária de quarta-feira (21), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Ele apontou a instabilidade do Sisflora (Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais), que controla a extração de madeira no estado, e o cancelamento do Cadastro Ambiental Rural (CAR) de pequenos produtores como problemas que prejudicam quem produz.

Segundo Cattani, o Sisflora está fora do ar há dias, e os empresários do setor não conseguem emitir notas, carregar cargas, nem vender a mercadoria. “Imaginem os senhores se isso acontecer em qualquer tipo de comércio. Se coloca no lugar desses empresários que estão aí sem poder vender o seu produto, sem poder comercializar há tantos dias por culpa do Estado, por culpa da secretaria”, afirmou.

O deputado lembrou que a falha inviabiliza quem produz. “É um sistema caríssimo, pago pelo Estado de Mato Grosso, mas que não funciona e dessa maneira inviabiliza os nossos grandes empresários e pessoas que produzem no setor florestal. Nós precisamos consertar isso.”

Cattani também relatou o caso de pequenos produtores do assentamento Pontal do Marape, que tiveram o CAR cancelado depois que outra pessoa registrou um cadastro sobreposto à área do assentamento. Segundo ele, sem o documento, as famílias ficam impedidas de acessar crédito e de produzir. “Hoje os pequenos produtores não conseguem acessar o crédito, não conseguem produzir, não conseguem fazer nada porque o CAR foi cancelado”, relatou.

O parlamentar questionou a atuação da Sema no caso. “Como é possível que a Sema aceite isso? E pior do que isso, como é possível, depois de comprovado que o CAR está sobreposto, não validar o CAR daqueles pequenos produtores e continuar validando o CAR da pessoa que fez numa área sobreposta?”.

Cattani dirigiu o pedido ao governador Otaviano Pivetta (Republicanos), e lembrou que, como prefeito de Lucas do Rio Verde, Pivetta criou um programa que regularizou as áreas rurais do município. “Peço ao senhor que mude o sistema e o modo de agir da secretaria para que de fato faça justiça aos produtores rurais do nosso estado. Que não seja perseguidora dos produtores rurais”, disse.

O parlamentar defendeu uma intervenção na pasta. “Não é para que ela acabe, nem para que não faça o seu trabalho. Pelo contrário, é para que faça o seu trabalho, mas de forma correta, sem ser perseguidora dos produtores rurais do nosso estado”.

Fonte: ALMT – MT



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