Meio Ambiente
Botelho mostra preocupação com despejo incorreto do lixo em Cuiabá e reforça defesa de políticas de arborização
Botelho diz que que pretende retomar o título de Cidade Verde para Cuiabá
Política
Presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Eduardo Botelho (União), pré-candidato a prefeito de Cuiabá, reforçou a importância de se olhar para o meio ambiente na discussão da capital. Ele é autor do projeto de lei que cria a Política Estadual de Arborização Urbana, ele vem destacando que pretende retomar o título de Cidade Verde para Cuiabá e reforça ainda a necessidade de se olhar para questões como o aterro sanitário e a reciclagem.
Parlamentar destaca que a ideia é reforçar a imagem, juntamente com o Estado, de um modelo de gestão ambiental responsável, comprometido com o futuro das próximas gerações. O deputado visitou recentemente, por exemplo, a Lagoa Encantada e constatou como o espaço está desmatado e pode se tornar um local arborizado.
“O plantio de árvores em calçadas, canteiro, manejo, entre outros, serão prioridades para transformar o visual da cidade, mas a política de arborização não se trata apenas de plantar árvores ou de estética, mas também de fomentar o desenvolvimento sustentável, em adaptação às mudanças climáticas. Mas queremos também contar com a participação da comunidade, para promover a biodiversidade e o equilíbrio, com o objetivo de criar áreas verdes nas cidades”, explicou.
Botelho destacou ainda que pouco tem se falado sobre o lixo em Cuiabá, que é uma outra questão que precisa ser enfrentada. “A reciclagem não existe mais, estão só depositando o lixo lá. A compostagem parou e isto é grave para o meio ambiente”, declarou o parlamentar, ele também defende que a reciclagem tem um papel fundamental para as políticas ambientais, sendo uma fonte de renda para muitas pessoas.
Política
Pivetta dá ‘surra’ de mais de 10 pontos em Wellington e fica isolado na liderança, aponta Paraná Pesquisas
Governador chega a 40,8% das intenções de voto, enquanto candidato do PL recua para 30%; diferença entre os dois aumentou em relação ao levantamento anterior
O governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), ampliou a vantagem sobre o senador Wellington Fagundes (PL) na disputa pelo Governo do Estado. Pesquisa do instituto Paraná Pesquisas, divulgada nesta quarta-feira (9), mostra Pivetta com 40,8% das intenções de voto, contra 30% de Fagundes no cenário estimulado de primeiro turno.
A diferença entre os dois principais candidatos chegou a 10,8 pontos percentuais. Na pesquisa anterior do mesmo instituto, divulgada em agosto, Pivetta aparecia com 39%, enquanto Wellington tinha 35%. Com isso, Pivetta avançou 1,8 ponto percentual, enquanto Fagundes recuou cinco pontos.
Na terceira colocação aparece Doutora Natasha (PSD), com 12%. Em seguida estão Sargento Laudicério (Agir), com 1,7%; Mauricio Coelho (Mobiliza), com 0,5%; e Rafaell Milas (Missão), com 0,4%.
Os eleitores que afirmaram votar em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos representam 8,3%. Outros 6,3% não souberam ou não responderam.
Pivetta também lidera cenário com Fagundes
Em outro cenário testado pelo Paraná Pesquisas, com uma disputa concentrada entre os dois principais nomes, Pivetta alcança 47,2%, enquanto Wellington Fagundes aparece com 38,3%.
Nesse cenário, 8,9% afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos, enquanto 5,6% não souberam responder.
O levantamento também mediu a rejeição dos candidatos. Wellington Fagundes aparece com a maior rejeição, com 25,7% dos entrevistados afirmando que não votariam nele de jeito nenhum. Doutora Natasha registra 24,2%, enquanto Pivetta aparece com 19,3%.
Governo tem aprovação de 70,2%
A pesquisa também avaliou a administração de Otaviano Pivetta. Segundo o levantamento, 70,2% dos entrevistados aprovam a atual gestão estadual, enquanto 23,4% desaprovam. Outros 6,4% não souberam ou não opinaram.
O Paraná Pesquisas ouviu 1.352 eleitores, presencialmente, entre os dias 6 e 8 de setembro de 2026. A margem de erro é de 2,7 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número MT-01505/2026.
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