VICE DE BOTELHO

Deputada defende que Botelho faça pesquisa para definir vice de sua candidatura

Qualquer um desses partidos tem legitimidade para indicar o vice

 

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Política

Deputada estadual Janaina Riva (MDB) aconselhou ao pré-candidato a prefeito de Cuiabá, o presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (União), fazer uma pesquisa para definir o nome que vai ocupar a vaga de vice de sua possível chapa na eleição municipal deste ano.
Essa questão já vem causando um certo desconforto dentro do arco de alianças do projeto. Partidos como o PP, PRD e Republicanos, não largam mão de fazer a indicação, o que tem provocado um certo racha.

“Um processo eleitoral, que tem uma articulação de 10 partidos, é claro que todo mundo quer puxar a sardinha para o seu partido. Eu acho que é natural isso, esse estresse também é super normal. O problema é se ninguém quiser ser vice. O bom é que a candidatura está indo, a maioria quer indicar um vice. O que sugeri ao presidente Botelho? Que fizesse uma pesquisa para identificar melhor o perfil do vice para poder ladear a candidatura dele”, disse.
A parlamentar reforçou seu posicionamento de que uma mulher deve ocupar a vaga devido às discussões de temas voltadas ao público, como o projeto de lei que equipara o aborto a um homicídio simples, punindo mais a vítima do que o estuprador.

“Nós vimos também outras discussões que principalmente tratam da mulher quando você fala de pena, para estuprador, quando você fala de violência doméstica, são pautas que estão muito vivas hoje na cabeça das pessoas, que uma figura feminina faz toda a diferença. Então, eu tenho dito isso ao Botelho, acho que as candidaturas da vice todas são legítimas, mas eu gostaria muito de ver uma mulher ocupando essa vaga para levar esse discurso”, defendeu.
“Não vejo que o pré-candidato a prefeito tenha que analisar partido. Nós somos um grupo só. Já estamos em 10 partidos, então qualquer um desses partidos tem legitimidade para indicar o vice”, acrescentou.

 

 

 

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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