VICE DE BOTELHO

JÚLIO DISPARA QUE DECLARAÇÃO DE MAGALHÃES FOI INFELIZ E QUE VICE TEM QUE PUXAR VOTOS

Júlio diz que todos os nomes têm que ser analisados, não só tecnicamente, como também politicamente e em termos de rendimento de votos

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Política

AL-MT

Sendo conhecido como por ser um dos maiores defensores e entusiastas da candidatura a prefeito de Cuiabá, presidente da Assembleia Legislativa (AL-MT), deputado Eduardo Botelho (UNIÃO), nas próximas eleições, o deputado estadual Júlio Campos (UNIÃO) classificou como lamentável a declaração do presidente do Republicanos na capital, Eduardo Magalhães, que ameaçou romper com Botelho caso o PRD indique o vice-prefeito na chapa do parlamentar. Magalhães briga para que seu partido seja o autor da indicação da vaga.

“Foi lamentável a declaração e um pouco infeliz. Acho que até prematura, porque essas conversas estão sendo iniciadas agora. As conversas vão ser no final de julho e início de agosto. Nós temos o mês de junho inteirinho, o mês de julho todo para discutir, ver qual é o melhor quadro”.
O experiente parlamentar frisou que essa pressa é desnecessária porque, ao fim, a decisão será tomada em conjunto com os partidos. E pontuou que é importante que o vice escolhido tenha poder de fogo, ou seja, que some votos para chapa.

“Todos os nomes têm que ser analisados, não só tecnicamente, como também politicamente e em termos de rendimento de votos, porque o vice tem que ajudar a ganhar a eleição e não atrapalhar. Se for para atrapalhar é preferível não ter um candidato a vice”, disse Campos.
“O Botelho está muito bem, vai depender também de nós ouvirmos os demais partidos coligados. Eu acho que não há precipitação. Temos nomes ilustres. O Wenceslau, presidente da Fecomércio, temos o doutor Sandrine, que é lembrado também, temos outras personalidades que estão na lista e que são a altura para ser vice-prefeito, tem uma secretária e coronel Bugalho”, finalizou.

 

 

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Cattani cobra solução para sistema florestal e cancelamentos de CAR de pequenos produtores

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O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) cobrou providências da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a sessão plenária de quarta-feira (21), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Ele apontou a instabilidade do Sisflora (Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais), que controla a extração de madeira no estado, e o cancelamento do Cadastro Ambiental Rural (CAR) de pequenos produtores como problemas que prejudicam quem produz.

Segundo Cattani, o Sisflora está fora do ar há dias, e os empresários do setor não conseguem emitir notas, carregar cargas, nem vender a mercadoria. “Imaginem os senhores se isso acontecer em qualquer tipo de comércio. Se coloca no lugar desses empresários que estão aí sem poder vender o seu produto, sem poder comercializar há tantos dias por culpa do Estado, por culpa da secretaria”, afirmou.

O deputado lembrou que a falha inviabiliza quem produz. “É um sistema caríssimo, pago pelo Estado de Mato Grosso, mas que não funciona e dessa maneira inviabiliza os nossos grandes empresários e pessoas que produzem no setor florestal. Nós precisamos consertar isso.”

Cattani também relatou o caso de pequenos produtores do assentamento Pontal do Marape, que tiveram o CAR cancelado depois que outra pessoa registrou um cadastro sobreposto à área do assentamento. Segundo ele, sem o documento, as famílias ficam impedidas de acessar crédito e de produzir. “Hoje os pequenos produtores não conseguem acessar o crédito, não conseguem produzir, não conseguem fazer nada porque o CAR foi cancelado”, relatou.

O parlamentar questionou a atuação da Sema no caso. “Como é possível que a Sema aceite isso? E pior do que isso, como é possível, depois de comprovado que o CAR está sobreposto, não validar o CAR daqueles pequenos produtores e continuar validando o CAR da pessoa que fez numa área sobreposta?”.

Cattani dirigiu o pedido ao governador Otaviano Pivetta (Republicanos), e lembrou que, como prefeito de Lucas do Rio Verde, Pivetta criou um programa que regularizou as áreas rurais do município. “Peço ao senhor que mude o sistema e o modo de agir da secretaria para que de fato faça justiça aos produtores rurais do nosso estado. Que não seja perseguidora dos produtores rurais”, disse.

O parlamentar defendeu uma intervenção na pasta. “Não é para que ela acabe, nem para que não faça o seu trabalho. Pelo contrário, é para que faça o seu trabalho, mas de forma correta, sem ser perseguidora dos produtores rurais do nosso estado”.

Fonte: ALMT – MT



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