VICE DE BOTELHO

JÚLIO DISPARA QUE DECLARAÇÃO DE MAGALHÃES FOI INFELIZ E QUE VICE TEM QUE PUXAR VOTOS

Júlio diz que todos os nomes têm que ser analisados, não só tecnicamente, como também politicamente e em termos de rendimento de votos

Publicado em

Política

AL-MT

Sendo conhecido como por ser um dos maiores defensores e entusiastas da candidatura a prefeito de Cuiabá, presidente da Assembleia Legislativa (AL-MT), deputado Eduardo Botelho (UNIÃO), nas próximas eleições, o deputado estadual Júlio Campos (UNIÃO) classificou como lamentável a declaração do presidente do Republicanos na capital, Eduardo Magalhães, que ameaçou romper com Botelho caso o PRD indique o vice-prefeito na chapa do parlamentar. Magalhães briga para que seu partido seja o autor da indicação da vaga.

“Foi lamentável a declaração e um pouco infeliz. Acho que até prematura, porque essas conversas estão sendo iniciadas agora. As conversas vão ser no final de julho e início de agosto. Nós temos o mês de junho inteirinho, o mês de julho todo para discutir, ver qual é o melhor quadro”.
O experiente parlamentar frisou que essa pressa é desnecessária porque, ao fim, a decisão será tomada em conjunto com os partidos. E pontuou que é importante que o vice escolhido tenha poder de fogo, ou seja, que some votos para chapa.

“Todos os nomes têm que ser analisados, não só tecnicamente, como também politicamente e em termos de rendimento de votos, porque o vice tem que ajudar a ganhar a eleição e não atrapalhar. Se for para atrapalhar é preferível não ter um candidato a vice”, disse Campos.
“O Botelho está muito bem, vai depender também de nós ouvirmos os demais partidos coligados. Eu acho que não há precipitação. Temos nomes ilustres. O Wenceslau, presidente da Fecomércio, temos o doutor Sandrine, que é lembrado também, temos outras personalidades que estão na lista e que são a altura para ser vice-prefeito, tem uma secretária e coronel Bugalho”, finalizou.

 

 

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS

Publicados

em


O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.

O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).

Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.

O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.

O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.

Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.

O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA