LARGOU NA FRENTE?
Janaina se articula com Beto e Dilmar para ocupar a primeira-secretaria da AL: ‘chegou a minha vez’
Janaina vem destacando de que não tem medo de ser “traída” e prometeu fazer uma campanha sem ataques e brigas
Política
Já começaram as articulações políticas com o intuito de demarcar posições a respeito da próxima eleição para composição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL-MTT). E a deputada estadual Janaina Riva (MDB) já se encontra articulando com seus colegas de parlamento Beto Dois a Um e Dilmar Dal Bosco, ambos do União Brasil, para que a deixe ocupar a vaga de primeira-secretária na chapa encabeçada por Max Russi (PSB).
A parlamentar, reconhecidamente hábil articuladora, já destacou que tem conversado com todos os parlamentares com objetivo de fechar o grupo sem nenhuma disputa interna, ressaltando que o entendimento é para evitar ser “candidato de mim”.
“Estou ouvindo os deputados e, o que eu entendo até agora, é de ter uma candidatura viável mesmo para ser a primeira secretária em uma chapa com o Max de presidente. Então acho natural também que tenham outros projetos, outros candidatos, ouvi uma fala do Beto e do Dilmar também, mas tenho conversado inclusive com eles para gente tentar fazer uma mesa pacífica agora até porque eu só devo ficar mais dois anos na Assembleia, se tudo é certo e assim eu tenho entendido dos meus colegas também de grande maioria deles que eles entendem também que é o projeto mais natural”, comentou.
Janaina vem destacando de que não tem medo de ser “traída” e prometeu fazer uma campanha sem ataques e brigas, caso tenha um concorrente, alegando que chegou a sua vez, após várias legislaturas sendo primeira vice-presidente, e que chegou o momento de ocupar uma das principais cadeiras da mesa.
“Acho que chegou a minha vez, né? Como fui mais votada por três eleições aqui na assembleia e agora já com esse relacionamento com os deputados um pouco mais maduros que é natural até que tenha demorado um pouco mais né? Pela pouca idade. Acho que essa experiência é necessária, né? A calmaria, a Janaína de antes era um pouco mais explosiva”, disse.
A eleição da Mesa Diretora acontece em setembro. Até o momento, os deputados estão conversando para montar uma chapa de consenso em torno da candidatura de Russi.
Política
Júlio manda sindicalista deixar Assembleia durante discussão sobre reajuste
O deputado estadual Júlio Campos (União) se irritou durante a mobilização de servidores do Judiciário pela votação do reajuste salarial de 6,8%, na manhã desta quarta-feira (9), Assembleia Legislativa de Mato Grosso. O parlamentar interrompeu uma entrevista após ser questionado pelo presidente do Sinjusmat, Rosenwal Rodrigues dos Santos, e pediu que o sindicalista deixasse o local.
Júlio acionou a segurança da Assembleia e afirmou que Rosenwal deveria fazer sua manifestação fora do espaço onde concedia entrevista.
“Por favor, silêncio aí! Eu estou dando entrevista. Nos respeite! Você vai fazer discurso lá fora. Segurança! Tira esse moço daí, por favor. Está atrapalhando a entrevista”, disse o deputado.
A reação ocorreu em meio à pressão dos servidores para que a Assembleia cumpra a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, que anulou a votação anterior do veto ao reajuste e determinou uma nova apreciação, desta vez com voto aberto e nominal. A matéria estava prevista para ser analisada nesta quarta-feira, mas acabou ficando fora da pauta, levando o sindicato a recorrer novamente ao Judiciário.
Após a discussão, Júlio afirmou que sua posição era favorável à categoria e que os servidores deveriam respeitar o espaço do Legislativo.
“Eu estou defendendo a causa do Judiciário. Eu estou defendendo a causa de vocês. Vocês têm que respeitar que é o Poder Legislativo. Aqui não é Judiciário. Respeite!”, declarou.
O embate ocorreu justamente em um momento de forte mobilização do Sinjusmat. O sindicato havia convocado os servidores para acompanhar presencialmente a sessão e pressionar pela derrubada do veto que impede, até o momento, a aplicação do reajuste de 6,8%.
A votação original ocorreu em dezembro de 2025, quando os deputados mantiveram o veto do então governador Mauro Mendes por 12 votos a 10. A Justiça anulou aquela deliberação porque ela ocorreu de forma secreta e determinou que o veto fosse novamente analisado em plenário, com registro individual dos votos.
A decisão judicial, porém, não garante automaticamente o reajuste aos servidores. Os deputados ainda precisam decidir se mantêm o veto ou se o derrubam, permitindo o avanço do projeto aprovado anteriormente pela Assembleia.
Com a ausência da matéria na pauta desta quarta, o Sinjusmat voltou a acionar o TJMT e pediu que a Corte determine a inclusão imediata do veto na ordem do dia. A decisão que anulou a votação prevê multa de R$ 50 mil por dia em caso de descumprimento, podendo atingir pessoalmente o presidente da Assembleia, Max Russi (Podemos).
-
Agricultura4 dias atrásAlgodão reúne o setor para discutir preços, produtividade e novos mercados
-
Política5 dias atrásAnulada criação da Floresta Nacional de Cristópolis, na Bahia
-
Política5 dias atrásQuando votar é uma escolha: o direito de comparecer ou não às urnas
-
Política5 dias atrásSancionado programa de incentivo à indústria nacional de fertilizantes
-
Política5 dias atrásAprovadas exceções a regras fiscais para incentivos tributários e despesas de 2026
-
Agricultura5 dias atrásImpasse sobre lenha ameaça R$ 10 bilhões em novos plantios de eucalipto
-
Saúde4 dias atrásMesmo após reforma, UPA Leblon fica encharcada durante chuva em Cuiabá; veja vídeo
-
Política5 dias atrásDavi comemora autorização para busca de petróleo na costa do Amapá

