DISPUTA AO ALENCASTRO
BOTELHO DIZ QUE ESCOLHA DA FEDERAÇÃO POR LÚDIO NÃO CAUSOU NENHUMA SURPRESA
Botelho comentou que todos já sabiam da preferência que o petista tinha devido a força de seu partido,
Política
O presidente da Assembleia Legislativa (ALMT), deputado Eduardo Botelho (União), ‘prefeitável’ pelo partido na disputa do Palácio Alencastro afirmou claramente que
que não foi nenhuma surpresa a federação Brasil da Esperança, formada pelo PT, PCdoB e PV, escolher seu colega de parlamento, Lúdio Cabral (PT), para representar a esquerda na eleição deste ano na capital.
O Chefe da Casa de Leis de Mato Grosso comentou que todos já sabiam a preferência que o petista tinha devido a força de seu partido, no entanto, ressaltou que o vice-prefeito José Roberto Stopa (PV), que disputava internamente contra Lúdio, é melhor articulado que o deputado nas comunidades e bairros.
“Todo mundo, vocês da imprensa, sabia que já estavam trabalhando que o candidato provavelmente seria o Lúdio por conta do PT, que é mais forte, tem uma força maior na federação, embora Stopa seja candidato que tenha mais articulações nos bairros, que tem mais identidade com os bairros e com esse trabalho inclusive comunitário, mas pela força do PT, a gente já praticamente todos sabiam que o candidato seria Lúdio”, disse.
Nos últimos dias, a federação anunciou Lúdio como pré-candidato a prefeito de Cuiabá, após seis meses de articulação. Stopa destacou que preferiu desistir de entrar na disputa por “questões pessoais”, sem entrar em detalhes, ressaltando que não houve pressão para recuar.
Stopa ressaltou que sua decisão ocorreu após debates com seus aliados, família, com o presidente do PSD em Mato Grosso, ministro Carlos Fávaro e lideranças da federação. Essa é a segunda vez que o vice-prefeito perde uma queda de braço na federação. A primeira ocorreu em 2022, quando desistiu de disputar ao governo após desentendimento com o deputado.
Política
Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS
O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.
O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).
Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.
O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.
O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.
Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.
O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.
Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira
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