PEDRA PRETA

CASO PM EXECUTADO: ROTAM ELIMINA DOIS SUSPEITOS DE ENVOLVIMENTO NO ASSASSINATO DE PM EM MATO GROSSO

O sargento PM Djalma Aparecido da Silva foi atingido covardemente, sem tempo de reagir, por vários disparos de arma de fogo

Publicado em

Polícia

Secom-MT

A T U A L I Z A D A   ÀS  08h00 – Dois criminosos suspeitos de envolvimento na morte do sargento da Polícia Militar Djalma Aparecido da Silva, executado com mais de dez tiros por criminosos de alta periculosidade em Pedra Preta, morreram em um confronto com policiais do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), na noite desta sexta-feira (26), em Rondonópolis (215 km de Cuiabá).
Segundo informações divulgadas pela PM, uma equipe da Rotam estava em operação quando se deparou com dois homens suspeitos de possível envolvimento na morte do sargento Djalma. Os suspeitos estavam armados, não aceitaram a ordem para serem identificados e iniciaram um confronto com os policiais e foram mortos.
Durante a operação, a polícia apreendeu um revólver calibre 38, uma pistola calibre 9 mm e fartas munições calibre fuzil 762.
O caso
O sargento PM Djalma Aparecido da Silva foi atingido covardemente, sem tempo de reagir, por vários disparos de arma de fogo, enquanto caminhava na calçada do centro de eventos de Pedra Preta, na tarde da última segunda-feira (22). Segundo laudo da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), o sargento foi assassinado com mais de 10 tiros. O PM prestava serviço nas cidades de Alto Garças e Alto Taquari, mas residia com sua família em Pedra Preta.

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Polícia

Chico Guarnieri é o 5º candidato mais multado do país por desmatamento

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O deputado estadual Chico Guarnieri (PSDB), que busca a reeleição este ano, aparece como o quinto candidato mais multado do Brasil por infrações ambientais desde 2023, segundo levantamento realizado pela Agência Tatu em parceria com o Intercept Brasil. A pesquisa identificou 49 candidatos de 15 partidos que, juntos, acumulam R$ 15,5 milhões em multas aplicadas pelo Ibama.

De acordo com o levantamento, Guarnieri recebeu uma autuação de R$ 970 mil por suposto desmatamento de 194 hectares sem autorização em uma propriedade localizada em Barra do Bugres, na região Médio-Norte de Mato Grosso. A área está inserida no bioma Amazônia.

Com o valor, o parlamentar tucano ocupa a quinta posição no ranking nacional de candidatos com maiores autuações ambientais. O levantamento também aponta que o PL concentra o maior número de nomes na lista: 13 candidatos do partido somam aproximadamente R$ 6 milhões em multas ambientais nos últimos três anos.

Defesa contesta autuação

A defesa de Chico Guarnieri, no entanto, questiona administrativamente a autuação do Ibama e contesta a dimensão da área apontada pelo órgão ambiental.

Segundo os advogados, durante a fiscalização teriam sido identificados apenas cerca de nove hectares dentro de área de preservação, número significativamente inferior aos 194 hectares considerados na autuação.

A defesa também sustenta que, posteriormente, a propriedade teve o Cadastro Ambiental Rural (CAR) validado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), sem registro de passivo ambiental.

O episódio ganha peso político em meio à campanha eleitoral de 2026. Guarnieri tenta renovar o mandato na Assembleia Legislativa e, no início desta semana, ganhou um importante aceno político ao receber o apoio público do senador Flávio Bolsonaro, durante visita do presidenciável a Campo Novo do Parecis.

A situação, portanto, coloca o candidato tucano em uma posição de atenção justamente em um momento de disputa eleitoral, ao mesmo tempo em que sua defesa busca reverter administrativamente a penalidade aplicada pelo órgão ambiental.

Até o momento, trata-se de uma autuação administrativa contestada pela defesa, e não de uma condenação definitiva por crime ambiental.



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