GOLPISTA
EMPRESÁRIA DE CUIABÁ É INVESTIGADA POR SUPOSTO GOLPE MILIONÁRIO; PIRÂMIDE FINANCEIRA
A empresária atua ao lado do policial federal Ricardo Ratolla, seu ex-marido
Polícia
Mais um escândalo referente a atividades financeiras em Mato Grosso. Trata-se da empresária Taiza Tosatt Eleoterio da Silva, 28, que está sendo investigada por supostamente encabeçar um esquema milionário de pirâmide financeira e que deu golpe em diversas famílias. A jovem, que é do interior do Mato Grosso, atualmente mora em Cuiabá e, inclsuive foi destaque do programa Domingo Espetacular do dia 21 de janeiro.
Taiza é formada em Direito, ficou famosa nas redes sociais após divulgar sua vida luxuosa. Ela se apresentava como diretora da ‘DT investimentos’. Nos anúncios, ela dizia aos possíveis clientes que os valores aplicados poderiam render um salário de R$ 105 mil e os juros investidos poderiam render até 5% ao mês.
A empresária atua ao lado do policial federal Ricardo Ratolla, seu ex-marido, que era o gestor de negócio da empresa e o médico Diego Flores, que era o diretor administrativo. A citada reportagem do Domingo Espetacular conversou com algumas das vítimas, um deles se apresentou como primo de Taiza e disse que a vida ambiciosa dela assustava até o mesmo a família.
“Desde que casou com Ricardo seu estilo ficou requintado de uma forma que impressionava a família, ela me convidou para ir à casa dela e ensinar como operava no sistema, era muitas motos, carros de luxo, então eu penso assim, se ela tem coragem de fazer isso com quem é da família dela o que ela é capaz de fazer as outras pessoas”?, pontuou.
A maioria das vítimas são de Cuiabá, Ribeirão Preto e na Capital de São Paulo. Até o momento a polícia identificou que a empresa movimentou mais de R$ 15 milhões e mais de 50 pessoas foram prejudicadas.
Após denúncias, a superintendência da Polícia Federal de Mato Grosso deu início as investigações e o inquérito foi transferido pela Polícia Civil. Taiza foi apontada como a cabeça do esquema, o trio está sendo investigado
Polícia
Chico Guarnieri é o 5º candidato mais multado do país por desmatamento
O deputado estadual Chico Guarnieri (PSDB), que busca a reeleição este ano, aparece como o quinto candidato mais multado do Brasil por infrações ambientais desde 2023, segundo levantamento realizado pela Agência Tatu em parceria com o Intercept Brasil. A pesquisa identificou 49 candidatos de 15 partidos que, juntos, acumulam R$ 15,5 milhões em multas aplicadas pelo Ibama.
De acordo com o levantamento, Guarnieri recebeu uma autuação de R$ 970 mil por suposto desmatamento de 194 hectares sem autorização em uma propriedade localizada em Barra do Bugres, na região Médio-Norte de Mato Grosso. A área está inserida no bioma Amazônia.
Com o valor, o parlamentar tucano ocupa a quinta posição no ranking nacional de candidatos com maiores autuações ambientais. O levantamento também aponta que o PL concentra o maior número de nomes na lista: 13 candidatos do partido somam aproximadamente R$ 6 milhões em multas ambientais nos últimos três anos.
Defesa contesta autuação
A defesa de Chico Guarnieri, no entanto, questiona administrativamente a autuação do Ibama e contesta a dimensão da área apontada pelo órgão ambiental.
Segundo os advogados, durante a fiscalização teriam sido identificados apenas cerca de nove hectares dentro de área de preservação, número significativamente inferior aos 194 hectares considerados na autuação.
A defesa também sustenta que, posteriormente, a propriedade teve o Cadastro Ambiental Rural (CAR) validado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), sem registro de passivo ambiental.
O episódio ganha peso político em meio à campanha eleitoral de 2026. Guarnieri tenta renovar o mandato na Assembleia Legislativa e, no início desta semana, ganhou um importante aceno político ao receber o apoio público do senador Flávio Bolsonaro, durante visita do presidenciável a Campo Novo do Parecis.
A situação, portanto, coloca o candidato tucano em uma posição de atenção justamente em um momento de disputa eleitoral, ao mesmo tempo em que sua defesa busca reverter administrativamente a penalidade aplicada pelo órgão ambiental.
Até o momento, trata-se de uma autuação administrativa contestada pela defesa, e não de uma condenação definitiva por crime ambiental.
-
Política6 dias atrásIncentivo para instalação de data centers no Brasil é aprovado pelo Senado
-
Agricultura2 dias atrásAlgodão reúne o setor para discutir preços, produtividade e novos mercados
-
Agricultura6 dias atrásMilho deve ocupar área recorde de 7,48 milhões de hectares na próxima safra
-
Economia7 dias atrásA Prefeitura de Várzea Grande informa que o pagamento dos salários dos servidores públicos municipais foi realizado nesta segunda-feira (31).
-
Política4 dias atrásAnulada criação da Floresta Nacional de Cristópolis, na Bahia
-
Agricultura4 dias atrásImpasse sobre lenha ameaça R$ 10 bilhões em novos plantios de eucalipto
-
Política3 dias atrásQuando votar é uma escolha: o direito de comparecer ou não às urnas
-
Agricultura6 dias atrásAgronegócio lidera crescimento da economia com alta de 2,8% no segundo trimestre

