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ATOS EM BRASÍLIA: APÓS UM ANO, 10 MANIFESTANTES DE MT ESTÃO NO BANCO DE RÉUS

O processo que tramita em segredo de Justiça, no STF, está concluso ao relator desde outubro de 2022.

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Decorrido exatamente um ano após as manifestações de 8 de janeiro, o Supremo Tribunal Federal (STF) ainda mantém 66 pessoas presas por conta dos atos. Dentre eles ao menos dez são de Mato Grosso. Ao todo estiveram em prisões masculina e feminina do Distrito Federal 107 mato-grossenses.

Segundo levantamentos, além dos presos nos dias 8, nas dependências dos Três Poderes, ou no dia 9 nos acampamentos em frente aos quartéis, políticos como a deputada federal Coronel Fernanda e o candidato a senador derrotado, Antônio Galvan também estão sendo investigados pela Justiça e Abílio Brunini (PL) responde a processo por quebra de decoro parlamentar.

O processo que tramita em segredo de Justiça, no STF, está concluso ao relator desde outubro de 2022. Coronel Fernanda responde por supostamente ser uma das financiadoras dos atos golpistas de 8 de janeiro. Já Antônio Galvan, presidente da Aprosoja Brasil, que foi alvo de busca e apreensão da Polícia Federal em 2021, é acusado de mobilizar e financiar a manifestação de 7 de setembro que pedia intervenção militar também espera um desfecho das investigações.

O deputado Abílio federal Brunini (PL), na esfera administrativa, tenta se defender de um processo por quebra de decoro parlamentar. Brunini fez uma transmissão de 16 minutos nas suas redes sociais, dentro do Salão Verde da Câmara, em 10 de janeiro de 2023. Ao seu público, mostrava o local e dizia que praticamente não teve estrago na ação dos vândalos.

Já no STF, a moradora de Colíder, Rosely Pereira Monteiro, inaugurou a leva de moradores de Mato Grosso que foram condenados pelo STF. Além dela, outros dez estão no banco dos réus e devem ter suas condutas julgadas nas primeiras sessões de fevereiro, quando acaba o recesso forense. Apesar do prazo, a maioria dos ministros já depositou seus votos, na modalidade virtual, ratificando a decisão do relator Alexandre de Moraes que condena os acusados com penas que variam de 14 a 17 anos de prisão.

Além das prisões, medidas cautelares e condenações, os envolvidos nos atos terão que arcar juntos com os prejuízos materiais provocados pela balbúrdia. Os danos estão estimados em R$ 25,6 milhões: R$ 4,6 milhões no Planalto, R$ 4 milhões no Senado, R$ 5 milhões na Câmara e, na sede do STF, que foi o prédio mais atingido, as avarias são estimadas em R$ 12 milhões.

 

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Bebê recém-nascida é encontrada sem vida em lixeira de condomínio em VG

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A ocorrência registrada na manhã desta quinta-feira (23), no bairro Nova Várzea Grande, ganhou novos desdobramentos. O feto encontrado dentro de uma lixeira é de uma menina e, segundo as equipes que atuam no atendimento da ocorrência, estava totalmente formado, com cabelos e o cordão umbilical ainda preso ao corpo.

Os coletores de lixo que localizaram o feto ficaram profundamente abalados com a situação e acionaram a Polícia Militar. Conforme as primeiras avaliações realizadas no local, existem indícios de que o descarte tenha ocorrido poucas horas antes da localização.

De acordo com informações preliminares repassadas pelas equipes que acompanham a ocorrência, o corpo ainda apresentava sangue e características compatíveis com um parto muito recente. Esses indícios, no entanto, deverão ser confirmados ou descartados por meio dos exames periciais realizados pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

O local permanece isolado para os trabalhos de investigação. Equipes da Polícia Militar, da Politec e da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) realizam os levantamentos periciais e a coleta de informações que possam esclarecer as circunstâncias do caso.

A Polícia Civil também trabalha para obter imagens de câmeras de segurança da região e reunir outros elementos que permitam identificar quem abandonou o feto na lixeira.

A ocorrência segue em andamento e, até o momento, a identidade da mãe e as circunstâncias que levaram ao abandono do corpo ainda não foram esclarecidas. O caso será investigado pela Polícia Civil, que aguarda os laudos periciais para definir a dinâmica dos fatos e as eventuais responsabilidades criminais.



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