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Chico 2000 agiliza regularização fundiária de bairros em Cuiabá

Presidente Chico 2000 (PL) se reuniu nesta quinta-feira (16), com cerca de 200 moradores dos bairros Jardim Mariana e Ribeirão da Ponte. Pauta regularização das casas.

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Política

Secom / Câmara

O presidente Chico 2000 (PL), se reuniu nesta quinta-feira (16), com cerca de 200 moradores dos bairros Jardim Mariana e Ribeirão da Ponte, em encontro com parceria do secretário municipal de Habitação e Regularização Fundiária, Marcrean Santos.

O presidente do legislativo cuiabano assegurou que vai acompanhar esses processos para realizar o sonho do povo trabalhador desses bairros, garantindo o direito de propriedade. Ele disse ainda que cerca de 60% dos bairros da capital precisam ser regularizados.

“Onde mora alguém tem dono. Se tem gente, tem dono. Na verdade, esse é um dos maiores problemas de Cuiabá. Houve um avanço grande nas últimas gestões e ainda maior ainda na gestão de Emanuel Pinheiro. Cuiabá deve ter hoje ainda em torno de 60% das suas áreas sem regularização, bairros como o Santa Isabel, Chácara dos Pinheiros, Consil tem áreas ali que não estão regularizadas. A Câmara tem que fazer esse papel, vir para a comunidade e, naturalmente, trazer o executivo junto porque a realização do sonho pode nascer na Câmara, mas a conclusão dela é junto com o executivo municipal”.

Já o secretário Marcrean assegurou que é possível atender ao pedido do vereador Chico 2000, garantindo a regularização fundiária das áreas. Contudo, o processo pode levar meses, pois é necessário cumprir processos administrativos. Em razão disso, não é possível estabelecer uma data para entregar os títulos.

“É legítimo o pedido do presidente com os moradores daqui. É possível regularizar pela situação da área, não tem nenhum impedimento para trazer a regularização fundiária. Em posse de toda essa situação, iremos dar os encaminhamentos legais. Temos que fazer o mapeamento, levantamento, cadastramento socioeconômico, tem a parte cartorial, que demora um pouquinho. Mas não temos dúvidas de que a população daqui vai receber esse documento pela mão do presidente do legislativo e do executivo”, explicou Marcrean.

O morador Hermenegildo Gomes da Silva falou que a comunidade esperava há muito tempo por essa oportunidade de conseguir a tão esperada regularização fundiária, dando a segurança de ter o papel mostrando que eles são donos de fato e de direito.

“Nós estamos gratos com essa oportunidade de estarmos essa noite reunidos com as pessoas que vieram nos ajudar e que vão trazer esse título para nós. Nós precisamos deste documento para que nós possamos ter uma segurança, depois de 23 anos que estamos aqui. Deus providenciou estes homens abençoados para nos abençoar com o documento desta terra”.

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Podemos concentra R$ 2 milhões em campanha e mira bancada de seis deputados

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O Podemos decidiu apostar alto na eleição proporcional de Mato Grosso e já destinou R$ 2,05 milhões em recursos de campanha aos candidatos que disputam vagas na Assembleia Legislativa. A estratégia acompanha uma meta ambiciosa anunciada pelo partido: eleger pelo menos seis deputados estaduais e formar uma das maiores bancadas da próxima legislatura.

A legenda lançou 25 nomes para a disputa pela ALMT e, de acordo com o presidente estadual do Podemos, Max Russi, trabalha com a expectativa de conquistar seis cadeiras, podendo chegar a sete. A projeção colocaria o partido com um quarto das 24 vagas do Legislativo estadual.

A distribuição dos recursos, porém, não ocorre de maneira uniforme. O próprio Max Russi, que busca a reeleição e atualmente preside a Assembleia, recebeu R$ 450 mil, o maior repasse registrado até agora. O valor representa cerca de 22% de todo o montante distribuído pelo partido.

Na sequência aparecem Karen Rocha, com R$ 200 mil, e Beto Dois a Um e Valdeníria Dutra, com R$ 150 mil cada. Outros sete candidatos, Adelcino Lopo, Bira, Geovane Gamba, Janailza Taveira, Allan Kardec, Sargento Casarin e Scheila Pedroso, receberam R$ 100 mil cada.

Também foram registrados repasses de R$ 50 mil para Alessandra Ferreira, Alex Rodrigues, Gustavo Bang, Joize Marques, Marcos Paulista, Meraldo Sá, Priscila Dourado e Salete Bergamin. Enquanto isso, Fabinho Tardin, Mauro Savi, Rafael Machado e Ulysses Moraes ainda não haviam recebido recursos do partido no levantamento. Carlos Kan aparece como inapto por não ter apresentado prestação de contas à Justiça Eleitoral.

A estratégia financeira revela uma tentativa do Podemos de transformar a força da chapa em representação efetiva no plenário. A legenda trabalha com a possibilidade de ampliar significativamente sua presença na Assembleia, mas o resultado dependerá do desempenho conjunto dos candidatos e da distribuição das vagas pelo sistema proporcional.

Com a maior parte da verba ainda concentrada em um grupo específico de candidaturas, o desempenho das urnas também será um teste para a aposta feita pela direção partidária. A promessa de seis cadeiras significa, na prática, conquistar 25% da Assembleia, uma meta que colocaria o Podemos no centro das articulações pelo comando da próxima legislatura.



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