CURSO DE GESTÃO

TCE-MT forma nova turma em Pós-graduação Lato Sensu – MBA em Gestão Estratégica, entrega de certificados é hoje

Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE) concluiu o Curso de Programa de Gerenciamento do Planejamento Estratégico (GPE),

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Política

TCE-MT

O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE) concluiu o Curso de Programa de Gerenciamento do Planejamento Estratégico (GPE), que foi finalizado em setembro. Os mais de 200 alunos recebem, nesta terça-feira (17), as certificações da pós-graduação Lato Sensu – MBA em Gestão Estratégica por resultados aplicados à Gestão Pública.

O curso foi realizado pela Corte de Contas em parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), o MBA teve início em novembro de 2022 e reuniu representantes de prefeituras de todo o estado e servidores do TCE-MT, que participarão da entrega dos certificados no Teatro Universitário da UFMT, às 19h.

Durante o curso, os profissionais desenvolveram habilidades voltadas ao planejamento, contribuindo com efetividade na prestação dos serviços à sociedade. Estes são os princípios do GPE, que oferece diretrizes para a elaboração de políticas públicas, levando em consideração as especificidades de cada município.

Desta forma, a gestão do presidente da Corte de Contas, conselheiro José Carlos Novelli, cumpre com mais uma de suas metas: elevar a gestão pública de Mato Grosso ao patamar de referência nacional, tendo a capacitação como ferramenta para o aperfeiçoamento dos gestores e garantia de entrega ao cidadão.

GPE

Lançado por Novelli em 2022, o GPE é um programa de longo prazo voltado ao desenvolvimento de políticas públicas de saúde, educação, infraestrutura, economia e assistência social, dentre outras. Com ele, os gestores passam a contar com eixos pré-estabelecidos para o avanço contínuo destas áreas nos próximos 12 anos.

A proposta já conta com 118 municípios adesos. Além da entrega da certificação, o TCE-MT valida os mapas estratégicos de mais de 100 municípios nesta quarta-feira (18). O programa é executado pela Secretaria de Planejamento, Integração e Coordenação, em parceria com a UFMT e a Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM).

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Podemos concentra R$ 2 milhões em campanha e mira bancada de seis deputados

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O Podemos decidiu apostar alto na eleição proporcional de Mato Grosso e já destinou R$ 2,05 milhões em recursos de campanha aos candidatos que disputam vagas na Assembleia Legislativa. A estratégia acompanha uma meta ambiciosa anunciada pelo partido: eleger pelo menos seis deputados estaduais e formar uma das maiores bancadas da próxima legislatura.

A legenda lançou 25 nomes para a disputa pela ALMT e, de acordo com o presidente estadual do Podemos, Max Russi, trabalha com a expectativa de conquistar seis cadeiras, podendo chegar a sete. A projeção colocaria o partido com um quarto das 24 vagas do Legislativo estadual.

A distribuição dos recursos, porém, não ocorre de maneira uniforme. O próprio Max Russi, que busca a reeleição e atualmente preside a Assembleia, recebeu R$ 450 mil, o maior repasse registrado até agora. O valor representa cerca de 22% de todo o montante distribuído pelo partido.

Na sequência aparecem Karen Rocha, com R$ 200 mil, e Beto Dois a Um e Valdeníria Dutra, com R$ 150 mil cada. Outros sete candidatos, Adelcino Lopo, Bira, Geovane Gamba, Janailza Taveira, Allan Kardec, Sargento Casarin e Scheila Pedroso, receberam R$ 100 mil cada.

Também foram registrados repasses de R$ 50 mil para Alessandra Ferreira, Alex Rodrigues, Gustavo Bang, Joize Marques, Marcos Paulista, Meraldo Sá, Priscila Dourado e Salete Bergamin. Enquanto isso, Fabinho Tardin, Mauro Savi, Rafael Machado e Ulysses Moraes ainda não haviam recebido recursos do partido no levantamento. Carlos Kan aparece como inapto por não ter apresentado prestação de contas à Justiça Eleitoral.

A estratégia financeira revela uma tentativa do Podemos de transformar a força da chapa em representação efetiva no plenário. A legenda trabalha com a possibilidade de ampliar significativamente sua presença na Assembleia, mas o resultado dependerá do desempenho conjunto dos candidatos e da distribuição das vagas pelo sistema proporcional.

Com a maior parte da verba ainda concentrada em um grupo específico de candidaturas, o desempenho das urnas também será um teste para a aposta feita pela direção partidária. A promessa de seis cadeiras significa, na prática, conquistar 25% da Assembleia, uma meta que colocaria o Podemos no centro das articulações pelo comando da próxima legislatura.



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