CÂMARA MUNICIPAL DE CUIABÁ

Chico 2000 discute acessibilidade no entorno da Câmara com conselheiro Sérgio Ricardo

O conselheiro Sérgio Ricardo destacou que Cuiabá é uma cidade antiga, e no passado não foi pensado em intervenções urbanas que garantissem acessibilidade

Publicado em

Política

Secom - Câmara de Cuiabá
A acessibilidade de pessoas com deficiência e com mobilidade reduzida no entorno da Câmara Municipal de Cuiabá foi assunto debatido na reunião do presidente do Poder Legislativo cuiabano, Chico 2000 (PL), com o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) Sérgio Ricardo, na manhã desta terça-feira (06), na Corte de Contas.
Chico 2000 apresentou o projeto em andamento pela Casa de Leis junto à Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) para reformar todo o quarteirão da Câmara e também apontar mudanças em todo o entorno, inclusive nos pontos de ônibus.
“Viemos aqui apresentar ao conselheiro e pedir orientações. Sabíamos que ele também tem essa preocupação com a questão de acessibilidade não só na Câmara, mas em outros pontos da cidade. Viemos aprender com ele, ouvir sugestões e já saímos com definições bastante positivas para avançar com este importe projeto”, comentou o presidente da Câmara.
O conselheiro Sérgio Ricardo destacou que Cuiabá é uma cidade antiga, e no passado não foi pensado em intervenções urbanas que garantissem acessibilidade, por isso as calçadas são estreitas, com postes no meio delas, dificultando o acesso dos pedestres e tornando mais dificultoso para as pessoas com deficiência.
“A questão da acessibilidade é um problema de Cuiabá e isso tem que mudar em toda a cidade. Com a relação à Câmara, ela é como um hospital que tem a frequência constante do cidadão em buscar orientação e assistência. As pessoas precisam ter facilidade para ir à Câmara. As calçadas precisam ser mais largas, mas não só na quadra da Câmara, mas em torno entorno, com elevadores no transporte coletivo, os pontos de ônibus na região precisam ter modificações dentro da modernidade e acessibilidade”, argumentou o conselheiro.
Ele também colocou a Secretaria de Obras do TCE à disposição para discutir com corpo técnico da Câmara de Cuiabá a forma de executar as obras de acessibilidade com urgência para facilitar a vida das pessoas.
Secom – Câmara Municipal de Cuiabá
COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

Júlio manda sindicalista deixar Assembleia durante discussão sobre reajuste

Publicados

em


O deputado estadual Júlio Campos (União) se irritou durante a mobilização de servidores do Judiciário pela votação do reajuste salarial de 6,8%, na manhã desta quarta-feira (9), Assembleia Legislativa de Mato Grosso. O parlamentar interrompeu uma entrevista após ser questionado pelo presidente do Sinjusmat, Rosenwal Rodrigues dos Santos, e pediu que o sindicalista deixasse o local.

Júlio acionou a segurança da Assembleia e afirmou que Rosenwal deveria fazer sua manifestação fora do espaço onde concedia entrevista.

“Por favor, silêncio aí! Eu estou dando entrevista. Nos respeite! Você vai fazer discurso lá fora. Segurança! Tira esse moço daí, por favor. Está atrapalhando a entrevista”, disse o deputado.

A reação ocorreu em meio à pressão dos servidores para que a Assembleia cumpra a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, que anulou a votação anterior do veto ao reajuste e determinou uma nova apreciação, desta vez com voto aberto e nominal. A matéria estava prevista para ser analisada nesta quarta-feira, mas acabou ficando fora da pauta, levando o sindicato a recorrer novamente ao Judiciário.

Após a discussão, Júlio afirmou que sua posição era favorável à categoria e que os servidores deveriam respeitar o espaço do Legislativo.

“Eu estou defendendo a causa do Judiciário. Eu estou defendendo a causa de vocês. Vocês têm que respeitar que é o Poder Legislativo. Aqui não é Judiciário. Respeite!”, declarou.

O embate ocorreu justamente em um momento de forte mobilização do Sinjusmat. O sindicato havia convocado os servidores para acompanhar presencialmente a sessão e pressionar pela derrubada do veto que impede, até o momento, a aplicação do reajuste de 6,8%.

A votação original ocorreu em dezembro de 2025, quando os deputados mantiveram o veto do então governador Mauro Mendes por 12 votos a 10. A Justiça anulou aquela deliberação porque ela ocorreu de forma secreta e determinou que o veto fosse novamente analisado em plenário, com registro individual dos votos.

A decisão judicial, porém, não garante automaticamente o reajuste aos servidores. Os deputados ainda precisam decidir se mantêm o veto ou se o derrubam, permitindo o avanço do projeto aprovado anteriormente pela Assembleia.

Com a ausência da matéria na pauta desta quarta, o Sinjusmat voltou a acionar o TJMT e pediu que a Corte determine a inclusão imediata do veto na ordem do dia. A decisão que anulou a votação prevê multa de R$ 50 mil por dia em caso de descumprimento, podendo atingir pessoalmente o presidente da Assembleia, Max Russi (Podemos).



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA