PARLAMENTAR ATUANTE
Entre novatos, Jucá do Guaraná sai na frente em produção legislativa
O deputado também faz parte das comissões de Defesa do Consumidor e do Contribuinte; de Segurança Pública e Comunitária; de Relações Internacionais, Desenvolvimento e Aperfeiçoamento Institucional; de Infraestrutura Urbana e de Transportes e da Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI da Telefonia.
Política
Prestes a completar três meses de mandato como deputado estadual, Juca do Guaraná (MDB) é o parlamentar “novato” mais atuante quando o assunto é produção legislativa.
Conforme dados da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), no total foram 350 proposituras apresentadas, das quais 350 são indicações, 24 moções de aplausos e 10 projetos de lei.
“Viemos de três mandatos de vereador da Câmara de Cuiabá, sendo por dois anos presidente da Casa de Leis Cuiabana. Toda essa trajetória me garantiu a experiência de hoje atuar de forma efetiva pelos direitos daqueles que eu represento na Assembleia. Hoje, nosso mandato continua sendo pelo povo cuiabano e, agora, por todo nosso Mato Grosso”, declarou Juca.
PROJETOS DE LEI – Dentre as propostas de lei, está a de nº 721/2023, que torna obrigatória a divulgação de informações ou alertas contra o racismo, a discriminação racial e formas correlatas de intolerância em evento cultural ou esportivo. O deputado também é o autor da proposta de lei nº 871/2023, que dispõe sobre a destinação de carteiras, em locais determinados, aos estudantes com transtorno do espectro autista (TEA) nas escolas públicas e privadas de Mato Grosso.
Outra proposta do parlamentar que tramita na ALMT é a de nº 872/2023, que dispõe sobre o uso consciente de telas digitais nas instituições de ensino do estado de Mato Grosso; o projeto de lei nº 989 que estabelece desconto de um trinta avos sobre o valor da tarifa mínima mensal dos serviços de água, esgoto, energia elétrica, bem como no valor da franquia mensal dos serviços de telefonia e internet móvel, internet fica e tv por assinatura, por dia de falta de fornecimento dos serviços.
Já o projeto de lei nº 1066/2023, dispõe sobre a proibição da limitação dos tratamentos prescritos pelos profissionais de saúde regularmente habilitados pelos planos e seguros privados de assistência à saúde em Mato Grosso. O projeto nº 1067/2023 denomina-se ponte Benanci João Alves Nazário, localizada sobre o córrego Arraia em Rosário Oeste e o projeto nº 1068/2023 denomina-se ponte Abenel Rondon, localizada sobre o córrego do Bravo, também em Rosário.

Assessoria Parlamentar
Por fim, Juca também apresentou o projeto de lei nº 1161/2023 para autorizar e definir a prática da telessaúde no estado e o projeto nº 1162/2023, que dispõe sobre a integração dos alunos com deficiência nas aulas de educação física das unidades educacionais da rede pública do estado.
COMISSÕES – Juca também é membro de nove comissões parlamentares. Entre elas, a de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária (CFAEO); de Indústria, Comércio e Turismo; de Direitos Humanos, Defesa dos Direitos da Mulher, Cidadania e Amparo à Criança, Adolescente e Idoso; de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Recursos Minerais.
O deputado também faz parte das comissões de Defesa do Consumidor e do Contribuinte; de Segurança Pública e Comunitária; de Relações Internacionais, Desenvolvimento e Aperfeiçoamento Institucional; de Infraestrutura Urbana e de Transportes e da Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI da Telefonia.
Assessoria Parlamentar
Política
Mauro Mendes considera “estranha” migração de votos para Lula após derrota de Flávio
O senador eleito por Mato Grosso, Mauro Mendes (União Brasil), classificou como “muito estranha” a migração de votos no segundo turno da eleição presidencial, após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre Flávio Bolsonaro (PL). Para o ex-governador, o comportamento do eleitorado contrariou suas expectativas, especialmente diante do perfil conservador de Mato Grosso.
“É muito estranho. Estado de direita como o nosso, o estado de Mato Grosso. A maior parte da migração dos votos do primeiro turno foi para ele”, declarou Mauro, ao comentar o resultado da votação realizada no domingo (25).
Apesar de questionar o cenário, o senador eleito afirmou que não pretende especular sobre as razões que levaram ao resultado. Ele destacou que não há elementos suficientes para atribuir a movimentação dos votos a uma causa específica.
“É algo que merece ser estudado e eu não vou fazer nenhuma ilação, muito menos afirmações”, afirmou.
Antes do encerramento da apuração, Mauro demonstrava confiança na vitória do candidato do PL. No domingo, ele chegou a projetar que Flávio Bolsonaro venceria a disputa presidencial com uma vantagem de quatro a cinco pontos percentuais. A previsão, no entanto, não se confirmou.
Lula foi reeleito com 51,79% dos votos válidos em âmbito nacional, enquanto Flávio obteve 48,21%, segundo os resultados divulgados após a apuração.
Em Mato Grosso, o cenário foi diferente. Flávio manteve ampla vantagem, com 66,06% dos votos válidos, contra 33,94% do petista. O resultado estadual, portanto, não acompanhou a tendência nacional apontada por Mauro ao comentar a migração de votos.
Lula ampliou votação em Mato Grosso
Embora tenha sido derrotado no estado, Lula recebeu mais votos no segundo turno do que na primeira etapa da eleição. O petista passou de 581.681 para 694.067 votos, um acréscimo de 112.386. Flávio também ampliou sua votação, passando de 1.298.581 para 1.350.912 votos.
Os números mostram que ambos cresceram em quantidade de votos entre os turnos, mas o aumento da votação de Lula foi maior em termos absolutos. Isso, isoladamente, não permite identificar de quais candidatos vieram os votos adicionais, já que a comparação também depende do comparecimento dos eleitores e de outros fatores eleitorais.
Senador diz que prioridade será trabalhar pelo país
Apesar da derrota de seu aliado, Mauro afirmou que pretende exercer o mandato no Senado com foco nas demandas nacionais, independentemente das divergências políticas com o presidente reeleito.
O senador eleito também manifestou preocupação com a situação fiscal do Brasil e com os desafios econômicos que, em sua avaliação, deverão ser enfrentados nos próximos anos. Entre os pontos citados estão o crescimento da dívida pública e o déficit da Previdência.
Mauro assumirá o mandato no Senado em fevereiro de 2027.
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