CÂMARA MUNICIPAL DE CUIABÁ

Trabalhador, a força propulsora!

“Quando o empregador ou gestor público tem essa visão, ele humaniza as relações trabalhistas. É o trabalhador a força propulsora que move a nossa história! Parabéns a todos profissionais!”

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Política

Assessoria Parlamentar

O feriado do Dia do Trabalhador, comemorado dia 1º de maio, tem um marco histórico na luta pelos direitos dos trabalhadores nas mais diversas áreas de atuação. A data é lembrada como símbolo de resiliência e valorização do capital humano como principal fonte de crescimento de uma empresa, quer seja privada ou pública.

Em Cuiabá, os últimos dados divulgados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) são do ano de 2021 e mostram que o número de empregados cadastrados superou a marca de 250 mil, com uma remuneração média de R$ 4285,37. São números que merecem destaques e que veem numa vertente de retomada das ocupações trabalhistas, tendo em vista o período fatídico que passamos com a pandemia de Covid-19.

O levamento mostra ainda que os setores econômicos que mais reuniram trabalhadores em nossa cidade foram da Administração Pública, Defesa E Seguridade Social, com quase 80 mil trabalhadores, seguido pelo Comércio Varejista com 31 mil pessoas e Atividades De Atenção À Saúde Humana, com mais de 11 mil profissionais remunerados.
No que tange a Administração Pública, na Câmara de Vereadores de Cuiabá sempre nos pautamos pelo reconhecimento de profissionais que se destacaram em sua área de atuação, assim como daqueles servidores que laboram neste Legislativo. Há três meses tivemos o desafio de assumir a presidência desta Casa de Leis e, de lá para cá, demos início a ações para uma relação mais próxima a todos os colaboradores desta Casa de Leis.

Uma delas é o “Café com o Presidente”, que já está em sua quarta edição e é um momento para dialogar e ouvir diretamente as demandas dos trabalhadores de cada setor interno, pautada numa gestão participativa. Também estamos com um projeto de acessibilidade do Parlamento Municipal e seu entorno para realização de obras que garantam as pessoas e servidores uma circulação sem dificuldades.

Em termos de produção parlamentar, nós vereadores, em 2023 já aprovamos o reajuste salarial de 2% aos servidores da Educação de Cuiabá, proposta esta que está para sanção do prefeito Emanuel Pinheiro. Enfim, atuamos para garantir que os servidores se sintam contemplados, pois quando se trabalha em um espaço onde há promoção do bem-estar, garantia de direitos e desenvolvimento das habilidades de seus colaboradores, o crescimento é exponencial.

Quando o empregador ou gestor público tem essa visão, ele humaniza as relações trabalhistas. É o trabalhador a força propulsora que move a nossa história! Parabéns a todos profissionais!

Chico 2000 é vereador e presidente da Câmara de Vereadores de Cuiabá, contador, advogado com pós-graduações em Contabilidade Tributária e Direito Tributário.

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Advogado aciona Justiça contra Pivetta e pede conclusão de promoções de coronéis da PM

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Ação popular questiona decisão do Governo de Mato Grosso de não efetivar promoções previstas para 5 de setembro e pede medida liminar para obrigar Estado a dar andamento ao procedimento
O advogado Marco Antonio Souza e Silva ingressou com uma ação popular, com pedido de tutela liminar, contra o Estado de Mato Grosso e o governador Otaviano Pivetta, questionando a não conclusão das promoções de oficiais ao posto de coronel da Polícia Militar de Mato Grosso (PMMT), previstas para o dia 5 de setembro de 2026.
Na ação, protocolada na Vara Especializada de Ações Coletivas da Comarca de Cuiabá, o advogado sustenta que a legislação estadual estabelece os dias 21 de abril e 5 de setembro de cada ano para a realização das promoções na Polícia Militar. Segundo o documento, havia cinco vagas para coronel e 15 tenentes-coronéis habilitados, mas as promoções não foram efetivadas na data prevista.
A ação ganhou força após declarações atribuídas ao governador Otaviano Pivetta. Conforme consta na petição, ao ser questionado publicamente sobre o assunto no dia 7 de setembro, Pivetta afirmou que ainda estava analisando a questão, que a promoção dos novos coronéis “não é prioridade” e que “às vezes não nomear é governar”.
Para Marco Antonio, a discussão não busca fazer com que o Poder Judiciário escolha quais oficiais devem ser promovidos. A tese apresentada é de que uma eventual margem de escolha do governador entre os militares habilitados não permitiria ao chefe do Executivo simplesmente deixar de concluir o procedimento previsto em lei.
A petição sustenta ainda que a paralisação pode atingir princípios constitucionais como legalidade, impessoalidade, moralidade e finalidade administrativa. O advogado argumenta que, caso exista algum impedimento técnico ou jurídico para as promoções, a razão deveria ser formalmente apresentada pela administração estadual.
Liminar pede explicações em 48 horas
Entre os pedidos apresentados à Justiça, Marco Antonio requer que o Estado entregue, no prazo de 48 horas, a íntegra do processo administrativo relacionado às promoções, incluindo a relação de vagas e habilitados, classificações, pontuações, atas da Comissão de Promoção de Oficiais, documentos enviados ao governador, pareceres jurídicos e eventuais ordens de adiamento.
O advogado também pede que Pivetta e o Estado sejam obrigados a apresentar, em até cinco dias úteis, os fundamentos jurídicos concretos que levaram à não conclusão das promoções. Além disso, solicita que a Justiça determine a continuidade e conclusão do procedimento em prazo a ser estabelecido judicialmente.
A ação também levanta a possibilidade de apuração de eventual desvio de finalidade eleitoral, caso documentos ou comunicações internas demonstrem que a postergação das promoções ocorreu por razões eleitorais ou por finalidade estranha às regras da carreira militar. A própria petição ressalva, porém, que essa hipótese não é apresentada como fato comprovado neste momento.
No mérito, o autor pede que seja reconhecida a ilegalidade da paralisação do procedimento após 5 de setembro caso não exista causa jurídica considerada idônea e que o Estado seja obrigado a concluir o processo por meio de decisão formal e fundamentada.
A ação foi assinada por Marco Antonio Souza e Silva, que atua em causa própria, e é datada de 8 de setembro de 2026.

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