CÂMARA MUNICIPAL DE CUIABÁ

Chico 2000 recebe projeto de acessibilidade no entorno da Câmara Municipal

No levantamento da Semob foram observadas ausências de rampas nas calçadas, piso tátil, e outros, mas que agora estão inclusos no projeto.

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Política

Assessoria Parlamentar
O presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Chico 2000 (PL) se reuniu com a diretora de engenharia da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), Adrielle Martins, na manhã desta sexta-feira (28) e recebeu dela o projeto de acessibilidade do Parlamento Municipal.
A pedido do presidente da Casa de Leis, a equipe da Semob realizou um levantamento no entorno de Câmara identificando os pontos que merecem passar por obras permitindo que idosos, pessoas com mobilidade reduzida e pessoas com deficiência possam acessar o prédio do parlamento sem dificuldades.
“Já tínhamos nos reunido com os técnicos da Semob que fizeram o compromisso de vistoriar o entorno desta Casa e transformar essas necessidades em projeto. Hoje eles vieram trazer os projetos e nós vamos conversar com o Tribunal de Contas do Estado, Ministério Público Estadual e com a Prefeitura e definir as atribuições de cada ente neste projeto de acessibilidade. Queremos dar início às obras, efetivando a acessibilidade de qualidade, demonstrando nosso respeito ao idoso, pessoas com mobilidade reduzida e com deficiência”.
Adrielle Martins destacou que o projeto de acessibilidade no entorno da Câmara Municipal é de suma importância não só para os trabalhadores da Casa de Leis, mas para toda a população que frequenta o local.
No levantamento da Semob foram observadas ausências de rampas nas calçadas, piso tátil, e outros, mas que agora estão inclusos no projeto.
“Nos preocupamos com o entorno da Câmara e as necessidades das pessoas para ter uma maior caminhabilidade, sem obstáculos e melhores condições. Agora caberá discutir as competências de cada órgão e dar início ao projeto”.
Membro da Comissão Permanente de Acessibilidade e Inclusão, o servidor da Câmara de Cuiabá Odenilton Junior celebrou o projeto, que vai garantir uma melhor mobilidade para ele e tantos outras pessoas com deficiência.
“É uma vitória! Eu, como uma pessoa com deficiência e representante da comissão, vejo que foi um avanço enorme garantir o acesso para pessoas de mobilidade reduzida e idosos saírem de suas casas e conseguirem chegar na Casa de Leis sem dificuldade”.

SECOM – Câmara Municipal de Cuiabá

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Júlio manda sindicalista deixar Assembleia durante discussão sobre reajuste

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O deputado estadual Júlio Campos (União) se irritou durante a mobilização de servidores do Judiciário pela votação do reajuste salarial de 6,8%, na manhã desta quarta-feira (9), Assembleia Legislativa de Mato Grosso. O parlamentar interrompeu uma entrevista após ser questionado pelo presidente do Sinjusmat, Rosenwal Rodrigues dos Santos, e pediu que o sindicalista deixasse o local.

Júlio acionou a segurança da Assembleia e afirmou que Rosenwal deveria fazer sua manifestação fora do espaço onde concedia entrevista.

“Por favor, silêncio aí! Eu estou dando entrevista. Nos respeite! Você vai fazer discurso lá fora. Segurança! Tira esse moço daí, por favor. Está atrapalhando a entrevista”, disse o deputado.

A reação ocorreu em meio à pressão dos servidores para que a Assembleia cumpra a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, que anulou a votação anterior do veto ao reajuste e determinou uma nova apreciação, desta vez com voto aberto e nominal. A matéria estava prevista para ser analisada nesta quarta-feira, mas acabou ficando fora da pauta, levando o sindicato a recorrer novamente ao Judiciário.

Após a discussão, Júlio afirmou que sua posição era favorável à categoria e que os servidores deveriam respeitar o espaço do Legislativo.

“Eu estou defendendo a causa do Judiciário. Eu estou defendendo a causa de vocês. Vocês têm que respeitar que é o Poder Legislativo. Aqui não é Judiciário. Respeite!”, declarou.

O embate ocorreu justamente em um momento de forte mobilização do Sinjusmat. O sindicato havia convocado os servidores para acompanhar presencialmente a sessão e pressionar pela derrubada do veto que impede, até o momento, a aplicação do reajuste de 6,8%.

A votação original ocorreu em dezembro de 2025, quando os deputados mantiveram o veto do então governador Mauro Mendes por 12 votos a 10. A Justiça anulou aquela deliberação porque ela ocorreu de forma secreta e determinou que o veto fosse novamente analisado em plenário, com registro individual dos votos.

A decisão judicial, porém, não garante automaticamente o reajuste aos servidores. Os deputados ainda precisam decidir se mantêm o veto ou se o derrubam, permitindo o avanço do projeto aprovado anteriormente pela Assembleia.

Com a ausência da matéria na pauta desta quarta, o Sinjusmat voltou a acionar o TJMT e pediu que a Corte determine a inclusão imediata do veto na ordem do dia. A decisão que anulou a votação prevê multa de R$ 50 mil por dia em caso de descumprimento, podendo atingir pessoalmente o presidente da Assembleia, Max Russi (Podemos).



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