MATO GROSSO
Presidente da FPA destaca protagonismo de Mauro Mendes
“O Governo de MT foi o primeiro que condenou as invasões de terra”.
Pedro Lupion afirmou que Mato Grosso “puxou a fila” para posicionamentos contra os atos criminosos
Política
O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado federal Pedro Lupion (PP-PR), destacou o protagonismo do Governo de Mato Grosso ao condenar de forma contundente as ameaças de invasão de terra.
Durante a abertura da Feira Norte Show, em Sinop, nesta terça-feira (18.04), o parlamentar pontuou que o governador Mauro Mendes foi o primeiro a se posicionar sobre o assunto, em março deste ano, mandando um recado firme aos possíveis invasores.
“Mato Grosso foi o primeiro Estado que puxou a fila para condenar claramente, com uma posição extremamente firme, contra as invasões de propriedade e defesa da propriedade privada”, disse Lupion.
De acordo com o presidente da FPA, o governador deu exemplo ao deixar claro que teria “tolerância zero” com qualquer tentativa de invasão de propriedade em Mato Grosso, que é o estado com a maior produção agrícola do país.
“Depois do governador Mauro Mendes, 11 governadores se posicionaram claramente em relação a isso. E isso sem dúvida tem que ser aplaudido e reconhecido pela nossa classe”, completou.
Ainda no evento, o governador Mauto Mendes reafirmou que continuará a tomar medidas duras e parabenizou a Polícia Militar pelas ações efetivas contra as invasões.
“A nossa Polícia Militar prendeu 14 pessoas no Araguaia que estavam iniciando invasão de terra. É assim que vamos agir, dentro da lei, rapidamente, para proteger o cidadão de bem que trabalha, que produz, independente do tamanho que ele tem. O grande, o pequeno e o médio”, frisou.
Mauro destacou os fortes investimentos que tem sido realizados para fortalecer a Segurança dos mato-grossenses, como a aquisição de armamento de última geração, viaturas, rádio digital, equipamentos, melhoria das estruturas físicas e, mais recentemente, a convocação de mais profissionais para reforçar o efetivo.
“Vamos continuar a investir na Polícia. Criamos o nosso Batalhão Rural, que está prestando um grande serviço nos campos de Mato Grosso e vamos fazer a nossa parte para garantir a tranquilidade do cidadão de bem, não importa onde ele esteja”, finalizou.

Política
CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia
A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.
A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.
O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).
Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.
De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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