CUIABÁ
Stopa avalia gestão e destaca investimentos históricos na pavimentação asfáltica da capital
Stopa ponderou que a gestão Emanuel Pinheiro entrará para a história da cidade em destaque aos investimentos promovidos de melhoria da qualidade de vida da população
Política
O vice-prefeito e secretário municipal de Obras Públicas (SMOP), José Roberto Stopa, fez uma avaliação sobre os avanços conquistados pela capital nos últimos seis anos no que tange ao setor de infraestrutura, especialmente, de pavimentação asfáltica.
Stopa ponderou que a gestão Emanuel Pinheiro entrará para a história da cidade em destaque aos investimentos promovidos de melhoria da qualidade de vida da população, o que representa mais de 200 quilômetros de vias beneficiadas.
Os bairros: Jardim União, Jardim Florianópolis, Jardim Paulicéia, São João Del Rey, foram alguns dos exemplos citados pelo gestor durante seu pronunciamento, seguidos dos componentes estruturais como rede de drenagem de águas pluviais, meio-fio, calçadas e sarjetas.
Por outro lado, Stopa reconheceu que o aperfeiçoamento dos serviços é uma constante dentro da administração pública municipal, no entanto, elencou a importância dos serviços básicos para o bom funcionamento do município.
“A cidade está crescendo e existente muitas regiões aonde o asfalto precisa chegar. Tenho orgulho de ver e dizer o quanto a nossa gestão aplicou em recursos desde de 2017 em Cuiabá em asfalto, atendendo aos bairros Jardim Florianópolis, Del Rey, Jardim União, em fim, muitos outros, algo que ficará marcado na história e vida dos cuiabanos. Sabemos que tem muito há melhorar e garanto que eu o prefeito Emanuel Pinheiro estamos indo atrás, todos os dias, para buscar o melhor para a capital”, disse Stopa.
Para este ano, diversas regiões já constam no planejamento da Prefeitura de Cuiabá para serem contempladas com as ações desenvolvimentistas. Algumas delas, como os bairros Três Poderes, Chico Mendes, entre outras, encontram-se em fase adiantada de negociação.
Tapa-buracos
Recentemente, Stopa anunciou que as operações de tapa-buracos serão intensificadas em Cuiabá após o encerramento da temporada de chuvas por toda a cidade. Os corredores de ônibus e avenidas principais terão prioridade nos atendimentos, eliminando assim, os transtornos causados aos cidadãos neste período.
Na última quarta-feira (12), as equipes atuaram nos bairros Jardim Califórnia e Araes, bem como, às demandas emergenciais.
SECOM/CUIABÁ
Política
Quem fiscaliza as eleições no Brasil
A fiscalização do processo eleitoral envolve diferentes órgãos e entidades, responsáveis por acompanhar etapas que vão da preparação dos sistemas e das urnas eletrônicas à votação, à apuração e à totalização dos resultados. A Justiça Eleitoral coordena e administra as eleições, mas partidos, Ministério Público, instituições públicas e entidades credenciadas também participam do acompanhamento e da auditoria do processo.
A Justiça Eleitoral é responsável por organizar e administrar as eleições. É formada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pelos tribunais regionais eleitorais (TREs), pelos juízes eleitorais e pelas juntas eleitorais. O TSE estabelece normas para as eleições, enquanto TREs, juízes e juntas exercem competências específicas nos estados e municípios.
A Justiça Eleitoral é responsável por organizar e administrar as eleições. É formada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pelos tribunais regionais eleitorais (TREs), pelos juízes eleitorais e pelas juntas eleitorais. O TSE é o órgão máximo da Justiça Eleitoral e estabelece as normas das eleições, enquanto TREs, juízes e juntas exercem competências específicas nos estados e municípios.
O Ministério Público Eleitoral (MPE) também participa da fiscalização. Cabe à instituição atuar para assegurar o cumprimento da legislação eleitoral nas situações previstas em lei, desde o alistamento de eleitores até as etapas posteriores à votação. O MPE pode atuar, por exemplo, em questões relacionadas ao registro de candidaturas, ao abuso de poder econômico ou político e a crimes eleitorais, como a compra de votos.
Fiscalização vai além da Justiça Eleitoral
Partidos políticos, federações e coligações podem acompanhar a votação e a apuração dos resultados. Entidades privadas brasileiras sem fins lucrativos também podem participar da fiscalização e da auditoria dos sistemas eleitorais, desde que tenham atuação reconhecida na fiscalização e na transparência da gestão pública e sejam credenciadas pelo TSE, conforme as regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral. Também podem participar departamentos de tecnologia da informação de universidades credenciadas pelo Tribunal.
As entidades autorizadas podem desenvolver programas próprios para verificar a integridade e a autenticidade dos sistemas eleitorais. Para isso, devem cumprir os requisitos técnicos e os procedimentos definidos pelo TSE. A Resolução do TSE 23.673/2021, atualizada por normas posteriores, apresenta a lista de entidades autorizadas a participar da fiscalização. Entre as entidades e instituições autorizadas estão:
- Ordem dos Advogados do Brasil (OAB);
- Ministério Público;
- Defensoria Pública;
- Congresso Nacional;
- Controladoria-Geral da União (CGU);
- Polícia Federal;
- Sociedade Brasileira de Computação (SBC);
- Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea);
- Conselho Nacional de Justiça (CNJ);
- Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP);
- Tribunal de Contas da União (TCU);
- Confederação Nacional da Indústria (CNI);
- demais integrantes do Sistema Indústria e entidades corporativas do Sistema S.
As entidades fiscalizadoras podem acompanhar as etapas previstas na regulamentação e pedir esclarecimentos à Justiça Eleitoral. A participação ocorre de acordo com as atribuições de cada instituição e com as regras estabelecidas pelo TSE.
A fiscalização inclui testes e verificações dos sistemas e das urnas eletrônicas, além do acompanhamento de procedimentos que vão do desenvolvimento e da preparação dos sistemas à votação, à apuração e à totalização, conforme as regras do TSE.
Eleitor também pode denunciar irregularidades
O eleitor também pode denunciar irregularidades durante as eleições por meio de canais oficiais. Um deles é o aplicativo Pardal, ferramenta do TSE destinada ao recebimento de denúncias sobre compra de votos, uso indevido da máquina pública, crimes eleitorais e propaganda irregular.
Para as eleições de 2026, o aplicativo está disponível gratuitamente nas lojas oficiais de aplicativos para dispositivos móveis. Para registrar uma denúncia, é necessário se identificar pelo e-Título ou pela conta Gov.br e apresentar informações que ajudem a apurar a possível irregularidade. Fotos, vídeos e áudios também podem ser enviados. Veja aqui as orientações do TSE sobre o Pardal.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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