CÂMARA MUNICIPAL DE CUIABÁ

Presidente Chico 2000 presta homenagens a professores universitários

Chico pontuou ainda “que a importância dessas homenagens é um reconhecimento necessário para que as pessoas cada vez mais estejam motivadas a realizarem bem as suas ações, por isso são extremamente justas”

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Secom - Câmara de Cuiabá
O presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Chico 2000 (PL), entregou na manhã desta quinta-feira (13), uma Moção de Aplausos ao advogado e professor universitário, doutor Jônatas Peixoto, e um Título de Cidadã Cuiabana a também advogada e professora, doutora Stela Velter. Durante o evento estiveram presentes ainda os vereadores Sargento Vidal e Wilson Kero Kero.
Especializado em tribunal do júri e direito público, Jônatas é também: escritor, advogado criminalista e professor de Direito da Univag. Peixoto agradeceu a honraria concedida pelo presidente da Casa de Leis e afirmou seu compromisso e disposição para sempre auxiliar a Câmara.
O advogado também pontuou a importância do reconhecimento do Legislativo para com os profissionais da educação.
“Quando a Casa abre essa oportunidade para os professores vê-se a necessidade e o carinho que se tem com a educação, com o saber, com a formação e com seus servidores. Então eu fico bastante honrado, bastante feliz em receber essa honraria”, afirmou Jônatas.
O presidente Chico 2000 afirmou que as homenagens feitas na manhã de ontem (13) aos doutores, firma o compromisso da Casa com o reconhecimento ao trabalho e a dedicação dos profissionais. Quando perguntado sobre o evento, ele ressalta com convicção que as ações de Stela e Jônatas receberam de forma merecida as honrarias.
Chico pontuou ainda “que a importância dessas homenagens é um reconhecimento necessário para que as pessoas cada vez mais estejam motivadas a realizarem bem as suas ações, por isso são extremamente justas”.
Para Dra. Stela Velter, este momento formaliza aquilo que já existia em seu coração. “Eu tenho marido cuiabano, filha cuiabana, trabalho aqui há mais de 26 anos e formo advogados nessa cidade também. Então é uma honra receber essa homenagem do vereador Chico”.
SECOM – Câmara Municipal de Cuiabá
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Júlio manda sindicalista deixar Assembleia durante discussão sobre reajuste

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O deputado estadual Júlio Campos (União) se irritou durante a mobilização de servidores do Judiciário pela votação do reajuste salarial de 6,8%, na manhã desta quarta-feira (9), Assembleia Legislativa de Mato Grosso. O parlamentar interrompeu uma entrevista após ser questionado pelo presidente do Sinjusmat, Rosenwal Rodrigues dos Santos, e pediu que o sindicalista deixasse o local.

Júlio acionou a segurança da Assembleia e afirmou que Rosenwal deveria fazer sua manifestação fora do espaço onde concedia entrevista.

“Por favor, silêncio aí! Eu estou dando entrevista. Nos respeite! Você vai fazer discurso lá fora. Segurança! Tira esse moço daí, por favor. Está atrapalhando a entrevista”, disse o deputado.

A reação ocorreu em meio à pressão dos servidores para que a Assembleia cumpra a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, que anulou a votação anterior do veto ao reajuste e determinou uma nova apreciação, desta vez com voto aberto e nominal. A matéria estava prevista para ser analisada nesta quarta-feira, mas acabou ficando fora da pauta, levando o sindicato a recorrer novamente ao Judiciário.

Após a discussão, Júlio afirmou que sua posição era favorável à categoria e que os servidores deveriam respeitar o espaço do Legislativo.

“Eu estou defendendo a causa do Judiciário. Eu estou defendendo a causa de vocês. Vocês têm que respeitar que é o Poder Legislativo. Aqui não é Judiciário. Respeite!”, declarou.

O embate ocorreu justamente em um momento de forte mobilização do Sinjusmat. O sindicato havia convocado os servidores para acompanhar presencialmente a sessão e pressionar pela derrubada do veto que impede, até o momento, a aplicação do reajuste de 6,8%.

A votação original ocorreu em dezembro de 2025, quando os deputados mantiveram o veto do então governador Mauro Mendes por 12 votos a 10. A Justiça anulou aquela deliberação porque ela ocorreu de forma secreta e determinou que o veto fosse novamente analisado em plenário, com registro individual dos votos.

A decisão judicial, porém, não garante automaticamente o reajuste aos servidores. Os deputados ainda precisam decidir se mantêm o veto ou se o derrubam, permitindo o avanço do projeto aprovado anteriormente pela Assembleia.

Com a ausência da matéria na pauta desta quarta, o Sinjusmat voltou a acionar o TJMT e pediu que a Corte determine a inclusão imediata do veto na ordem do dia. A decisão que anulou a votação prevê multa de R$ 50 mil por dia em caso de descumprimento, podendo atingir pessoalmente o presidente da Assembleia, Max Russi (Podemos).



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