Atendimento das CAD’s
Comissão presidida por Nadaf se reúne com gestores da educação
Além dos gestores, estiveram presentes também os vereadores convidados, Rogério Varanda (MDB), Lilo Pinheiro (PDT), Demilson Nogueira (Progressistas), Edna Sampaio (PT), Wilson Kero Kero (Podemos) e Sargento Joelson (PSB).
Política
A Comissão da Educação, Ciências e Tecnologia, composta pelos vereadores Mário Nadaf (PV) e Pastor Jeferson (PSD), e pela vereadora Michelly Alencar (União), realizou na tarde desta segunda-feira (10), uma reunião com os gestores municipais da educação, para tratar sobre a prestação de serviços das CAD’s (Cuidadoras de Alunos com Deficiência).
Além dos gestores, estavam presentes também os vereadores convidados, Rogério Varanda (MDB), Lilo Pinheiro (PDT), Demilson Nogueira (Progressistas), Edna Sampaio (PT), Wilson Kero Kero (Podemos) e Sargento Joelson (PSB).
Durante a reunião discutiram questões referentes à suspensão dos serviços prestados pelas CAD’s, assim como a existência de outros contratos que não o único vigente no momento.
Quanto ao mérito, o vereador Mário Nadaf reforçou que a intenção do encontro era justamente esclarecer todas as dúvidas do ocorrido sobre a possível suspensão do contrato e retirada dos serviços.

Assessoria Parlamentar
“A Comissão de Educação, uma entidade autônoma, tendo seus membros independentes, trouxe aqui todos os gestores municipais de educação, a Secretária Adjunta, o jurídico, dentre outros, dando a plena clareza, certeza e segurança de que esse serviço terá continuidade, mesmo durante o questionamento do contrato”, pontuou o vereador.
O parlamentar deu continuidade a sua fala focando na importância dessa segurança sobre a prestação dos serviços, aos responsáveis que a vêem como fundamental. Durante entrevista, o vereador ressaltou também a qualidade do diálogo entre a Câmara e a Secretaria de Educação.
“Isso traz um conforto muito grande a pais e cuidadores que tem essa dificuldade e necessitam desse atendimento da Prefeitura, foi esclarecedor. Mas eu acho que a grande qualidade foi à possibilidade dessa Câmara de dialogar com a Secretaria de Educação”, afirmou Nadaf com animação.
A Secretária Municipal de Educação, Edilene Machado, também reafirmou o compromisso e o funcionamento das CAD’s, garantindo que o trabalho será mantido e que os serviços não ficaram um único dia suspensos.
“Hoje está tudo estabilizado. Quero deixar claro para os pais que as CAD’s, são um serviço que a Secretaria de Educação e a Prefeitura vão manter. Não existe possibilidade de paralisar esse trabalho, a gente vai continuar”, garantiu Edilene.
Secom/Câmara de Cuiabá
Política
Quem fiscaliza as eleições no Brasil
A fiscalização do processo eleitoral envolve diferentes órgãos e entidades, responsáveis por acompanhar etapas que vão da preparação dos sistemas e das urnas eletrônicas à votação, à apuração e à totalização dos resultados. A Justiça Eleitoral coordena e administra as eleições, mas partidos, Ministério Público, instituições públicas e entidades credenciadas também participam do acompanhamento e da auditoria do processo.
A Justiça Eleitoral é responsável por organizar e administrar as eleições. É formada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pelos tribunais regionais eleitorais (TREs), pelos juízes eleitorais e pelas juntas eleitorais. O TSE estabelece normas para as eleições, enquanto TREs, juízes e juntas exercem competências específicas nos estados e municípios.
A Justiça Eleitoral é responsável por organizar e administrar as eleições. É formada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pelos tribunais regionais eleitorais (TREs), pelos juízes eleitorais e pelas juntas eleitorais. O TSE é o órgão máximo da Justiça Eleitoral e estabelece as normas das eleições, enquanto TREs, juízes e juntas exercem competências específicas nos estados e municípios.
O Ministério Público Eleitoral (MPE) também participa da fiscalização. Cabe à instituição atuar para assegurar o cumprimento da legislação eleitoral nas situações previstas em lei, desde o alistamento de eleitores até as etapas posteriores à votação. O MPE pode atuar, por exemplo, em questões relacionadas ao registro de candidaturas, ao abuso de poder econômico ou político e a crimes eleitorais, como a compra de votos.
Fiscalização vai além da Justiça Eleitoral
Partidos políticos, federações e coligações podem acompanhar a votação e a apuração dos resultados. Entidades privadas brasileiras sem fins lucrativos também podem participar da fiscalização e da auditoria dos sistemas eleitorais, desde que tenham atuação reconhecida na fiscalização e na transparência da gestão pública e sejam credenciadas pelo TSE, conforme as regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral. Também podem participar departamentos de tecnologia da informação de universidades credenciadas pelo Tribunal.
As entidades autorizadas podem desenvolver programas próprios para verificar a integridade e a autenticidade dos sistemas eleitorais. Para isso, devem cumprir os requisitos técnicos e os procedimentos definidos pelo TSE. A Resolução do TSE 23.673/2021, atualizada por normas posteriores, apresenta a lista de entidades autorizadas a participar da fiscalização. Entre as entidades e instituições autorizadas estão:
- Ordem dos Advogados do Brasil (OAB);
- Ministério Público;
- Defensoria Pública;
- Congresso Nacional;
- Controladoria-Geral da União (CGU);
- Polícia Federal;
- Sociedade Brasileira de Computação (SBC);
- Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea);
- Conselho Nacional de Justiça (CNJ);
- Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP);
- Tribunal de Contas da União (TCU);
- Confederação Nacional da Indústria (CNI);
- demais integrantes do Sistema Indústria e entidades corporativas do Sistema S.
As entidades fiscalizadoras podem acompanhar as etapas previstas na regulamentação e pedir esclarecimentos à Justiça Eleitoral. A participação ocorre de acordo com as atribuições de cada instituição e com as regras estabelecidas pelo TSE.
A fiscalização inclui testes e verificações dos sistemas e das urnas eletrônicas, além do acompanhamento de procedimentos que vão do desenvolvimento e da preparação dos sistemas à votação, à apuração e à totalização, conforme as regras do TSE.
Eleitor também pode denunciar irregularidades
O eleitor também pode denunciar irregularidades durante as eleições por meio de canais oficiais. Um deles é o aplicativo Pardal, ferramenta do TSE destinada ao recebimento de denúncias sobre compra de votos, uso indevido da máquina pública, crimes eleitorais e propaganda irregular.
Para as eleições de 2026, o aplicativo está disponível gratuitamente nas lojas oficiais de aplicativos para dispositivos móveis. Para registrar uma denúncia, é necessário se identificar pelo e-Título ou pela conta Gov.br e apresentar informações que ajudem a apurar a possível irregularidade. Fotos, vídeos e áudios também podem ser enviados. Veja aqui as orientações do TSE sobre o Pardal.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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