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Tratamento fora de domicílio é tema de debate da Comissão de Saúde

O debate acontece na próxima terça-feira, às 9 horas, na Sala Deputada Sarita Baracat, da Assembleia Legislativa

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Política

Foto: Fablício Rodrigues/ALMT

A Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social da Assembleia Legislativa de Mato Grosso realiza, na próxima terça-feira (4), às 9 horas, audiência pública para discutir o Tratamento Fora de Domicílio (TFD) concedido a usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) fora do estado ou do município de origem.

Para discutir esse e outros assuntos, o presidente da Comissão de Saúde, deputado Lúdio Cabral (PT), apresentou na sessão de quarta-feira (29) à Mesa Diretora, a convocação do secretário de Estado de Saúde, Gilberto de Figueiredo, para falar da atual situação dos pacientes que precisam fazer o tratamento fora de domicílio.

Em sua justificativa, o deputado aponta que audiência pública vai abordar também as diárias e hospedagem dos pacientes e acompanhantes em tratamento fora do domicilio. “À resolução dessa demanda é imprescindível a presença e participação do secretário Gilberto de Figueiredo”, afirmou Lúdio Cabral.

O TFD é um benefício que pode ser concedido ao usuário do SUS para realizar tratamento de saúde fora do estado, quando esgotados todos os meios de tratamento médico em unidades de saúde sediadas no território de origem.

Secretaria de Comunicação Social

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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