ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DE MT

Juca cobra a instalação de câmeras de segurança e da Delegacia da Mulher em Chapada

O deputado disse que vai encaminhar as solicitações ao governo e vai cobrar que o programa e a delegacia seja implementado na região, assim colaborando na segurança da população.

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Representantes do Conselho Comunitário de Segurança de Chapada dos Guimarães (Conseg) e o vereador Dudu Luciano Augusto estiveram no gabinete do deputado estadual Juca do Guaraná (MDB) pedindo apoio para implantação do programa Vigia Mais MT em Chapada dos Guimarães, Nova Brasilândia e Planalto da Serra.

O programa idealizado pelo governo estadual e foi criado através da Lei nº 11.766. A ação prevê o acesso e a captação de imagens de vigilância e segurança eletrônica, pertencentes a entes públicos ou privados, através da plataforma operacional.

Além disso, eles pediram a Juca ajuda para implantação da Delegacia da Mulher.

O deputado disse que vai encaminhar as solicitações ao governo e vai cobrar que o programa e a delegacia seja implementado na região, assim colaborando na segurança da população.

“Vamos levar pessoalmente essas demandas que são de suma importância. Essas câmeras de segurança, com certeza, vai fazer a diferença para esses municípios. Podem contar com o deputado Juca, vamos levar pessoalmente ao secretário de Segurança Pública para que possa atender aos municípios”, destacou.

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Júlio manda sindicalista deixar Assembleia durante discussão sobre reajuste

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O deputado estadual Júlio Campos (União) se irritou durante a mobilização de servidores do Judiciário pela votação do reajuste salarial de 6,8%, na manhã desta quarta-feira (9), Assembleia Legislativa de Mato Grosso. O parlamentar interrompeu uma entrevista após ser questionado pelo presidente do Sinjusmat, Rosenwal Rodrigues dos Santos, e pediu que o sindicalista deixasse o local.

Júlio acionou a segurança da Assembleia e afirmou que Rosenwal deveria fazer sua manifestação fora do espaço onde concedia entrevista.

“Por favor, silêncio aí! Eu estou dando entrevista. Nos respeite! Você vai fazer discurso lá fora. Segurança! Tira esse moço daí, por favor. Está atrapalhando a entrevista”, disse o deputado.

A reação ocorreu em meio à pressão dos servidores para que a Assembleia cumpra a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, que anulou a votação anterior do veto ao reajuste e determinou uma nova apreciação, desta vez com voto aberto e nominal. A matéria estava prevista para ser analisada nesta quarta-feira, mas acabou ficando fora da pauta, levando o sindicato a recorrer novamente ao Judiciário.

Após a discussão, Júlio afirmou que sua posição era favorável à categoria e que os servidores deveriam respeitar o espaço do Legislativo.

“Eu estou defendendo a causa do Judiciário. Eu estou defendendo a causa de vocês. Vocês têm que respeitar que é o Poder Legislativo. Aqui não é Judiciário. Respeite!”, declarou.

O embate ocorreu justamente em um momento de forte mobilização do Sinjusmat. O sindicato havia convocado os servidores para acompanhar presencialmente a sessão e pressionar pela derrubada do veto que impede, até o momento, a aplicação do reajuste de 6,8%.

A votação original ocorreu em dezembro de 2025, quando os deputados mantiveram o veto do então governador Mauro Mendes por 12 votos a 10. A Justiça anulou aquela deliberação porque ela ocorreu de forma secreta e determinou que o veto fosse novamente analisado em plenário, com registro individual dos votos.

A decisão judicial, porém, não garante automaticamente o reajuste aos servidores. Os deputados ainda precisam decidir se mantêm o veto ou se o derrubam, permitindo o avanço do projeto aprovado anteriormente pela Assembleia.

Com a ausência da matéria na pauta desta quarta, o Sinjusmat voltou a acionar o TJMT e pediu que a Corte determine a inclusão imediata do veto na ordem do dia. A decisão que anulou a votação prevê multa de R$ 50 mil por dia em caso de descumprimento, podendo atingir pessoalmente o presidente da Assembleia, Max Russi (Podemos).



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