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Juca defende realização de concurso para atender demanda do Intermat

Juca disse que vai apresentar a demanda à Casa Civil e cobrar a realização do concurso público ainda neste ano.

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Política

Ednei Rosa/ Da Assessoria

O deputado estadual Juca do Guaraná (MDB) recebeu em seu gabinete, nesta segunda-feira (28), representante dos servidores do Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat) que pediu apoio do parlamentar para abertura de concurso público.

O diretor de assunto políticos do Sindicato Estadual dos Servidores Públicos do Sistema Agrícola Agrário e Pecuário do Estado de Mato Grosso (SINTAP), Francisco Borges, e a diretora jurídica, Marina Faiad, esclareceram que a classe luta para a realização do certame desde 2014, mas ainda não tiveram resposta positiva do governo.

Créditos: Edney Rosa

“Nós viemos buscar o apoio do deputado para o concurso do Intermat. É uma luta antiga do Sintap, que representa a categoria, desde 2014, que lutamos para esse concurso. Hoje o quadro de servidores efetivos no órgão está completamente defasado, só temos 29 efetivos num cenário de 300 a 400 de servidores”, explicou a assessora jurídica.

Juca disse que vai apresentar a demanda à Casa Civil e cobrar a realização do concurso público ainda neste ano.

“Defendo a reivindicação dos servidores. O Intermat é um órgão importante e vou reivindicar que o governo atenda essa demanda”, destacou.

Ednei Rosa/ Da Assessoria

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Júlio manda sindicalista deixar Assembleia durante discussão sobre reajuste

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O deputado estadual Júlio Campos (União) se irritou durante a mobilização de servidores do Judiciário pela votação do reajuste salarial de 6,8%, na manhã desta quarta-feira (9), Assembleia Legislativa de Mato Grosso. O parlamentar interrompeu uma entrevista após ser questionado pelo presidente do Sinjusmat, Rosenwal Rodrigues dos Santos, e pediu que o sindicalista deixasse o local.

Júlio acionou a segurança da Assembleia e afirmou que Rosenwal deveria fazer sua manifestação fora do espaço onde concedia entrevista.

“Por favor, silêncio aí! Eu estou dando entrevista. Nos respeite! Você vai fazer discurso lá fora. Segurança! Tira esse moço daí, por favor. Está atrapalhando a entrevista”, disse o deputado.

A reação ocorreu em meio à pressão dos servidores para que a Assembleia cumpra a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, que anulou a votação anterior do veto ao reajuste e determinou uma nova apreciação, desta vez com voto aberto e nominal. A matéria estava prevista para ser analisada nesta quarta-feira, mas acabou ficando fora da pauta, levando o sindicato a recorrer novamente ao Judiciário.

Após a discussão, Júlio afirmou que sua posição era favorável à categoria e que os servidores deveriam respeitar o espaço do Legislativo.

“Eu estou defendendo a causa do Judiciário. Eu estou defendendo a causa de vocês. Vocês têm que respeitar que é o Poder Legislativo. Aqui não é Judiciário. Respeite!”, declarou.

O embate ocorreu justamente em um momento de forte mobilização do Sinjusmat. O sindicato havia convocado os servidores para acompanhar presencialmente a sessão e pressionar pela derrubada do veto que impede, até o momento, a aplicação do reajuste de 6,8%.

A votação original ocorreu em dezembro de 2025, quando os deputados mantiveram o veto do então governador Mauro Mendes por 12 votos a 10. A Justiça anulou aquela deliberação porque ela ocorreu de forma secreta e determinou que o veto fosse novamente analisado em plenário, com registro individual dos votos.

A decisão judicial, porém, não garante automaticamente o reajuste aos servidores. Os deputados ainda precisam decidir se mantêm o veto ou se o derrubam, permitindo o avanço do projeto aprovado anteriormente pela Assembleia.

Com a ausência da matéria na pauta desta quarta, o Sinjusmat voltou a acionar o TJMT e pediu que a Corte determine a inclusão imediata do veto na ordem do dia. A decisão que anulou a votação prevê multa de R$ 50 mil por dia em caso de descumprimento, podendo atingir pessoalmente o presidente da Assembleia, Max Russi (Podemos).



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