PRATICIDADE
Utilização de tratores roçadeiras otimiza as ações de limpeza em canteiros e áreas verdes
Desde o ano passado, a Limpurb conta com seis maquinários atuando em todas as regiões da cidade
Mato Grosso
Uma área de até três hectares, que levaria aproximadamente seis dias para ser limpa por uma equipe manual de 50 servidores, atendida completamente em apenas um dia. Este é o tipo de resultado que a Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb) vem alcançando com a utilização de tratores roçadeiras nas atividades de limpeza.
A empresa pública conta com seis destes equipamentos, sendo dois modelos articulados, que atuam em canteiros de grandes avenidas e áreas verdes que necessitam do trabalho de controle da vegetação. Os maquinários começaram a ser operados pela Limpurb no ano passado, a partir de um plano de modernização desenvolvido pela gestão Emanuel Pinheiro.
“O trabalho foi otimizado, pois os tratores roçadeiras fazem em um período muito menor o serviço que uma equipe manual levaria uma semana para concluir. Com isso, conseguimos atender uma maior quantidade de áreas de forma mais rápida e, ao mesmo tempo, distribuímos esses servidores para outros pontos da cidade”, explica o diretor-geral da Limpurb, Júnior Leite.
Os tratores roçadeiras passaram a ser utilizados pela empresa pública no segundo semestre de 2022. De imediato, os maquinários prestaram grande apoio no planejamento do Município de combate às queimadas urbanas, atuando preventivamente em locais mapeados em parceria com a Defesa Civil de Cuiabá.
Agora, com a chegada do período de intensas chuvas, os equipamentos continuam exercendo papel fundamental na limpeza de grandes áreas. O trabalho é feito diariamente em todas as regiões da Capital, sempre levando em consideração as demandas com maior urgência de intervenção da Limpurb.
“As chuvas constantes fazem com que o mato cresça muito mais rápido que no período seco. Diante disso, precisamos intensificar nossa atuação, para manter essas áreas sempre limpas. Uma área com mato alto está mais propícia a ser utilizada como bolsão de lixo e também a proliferação de animais peçonhentos”, finaliza Júnior Leite.
Fonte: SECOM-MT
Mato Grosso
MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes
O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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