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AMM manifesta preocupação com os dados populacionais apresentados pelo IBGE

Os números que o IBGE encaminhou para o TCU, segundo Neurilan, são os principais parâmetros utilizados na hora da distribuição dos recursos do Fundo de Participação do Municípios-FPM.

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Foto: AMM-MT

A Associação Mato-grossense dos Municípios-AMM recebeu com muita preocupação as informações preliminares e, estimadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística-IBGE com base no censo demográfico que ainda está sendo realizado no estado, principalmente com os dados relacionados ao número de habitantes dos municípios de Mato Grosso. 

O presidente da AMM, Neurilan Fraga ressalta que após a divulgação pelo IBGE sobre a quantidade de habitantes de cada município, muitos prefeitos já manifestaram preocupação e contestaram as informações, notadamente daqueles municípios, onde a economia encontra- se em plena expansão. “E esses municípios tem recebido praticamente todos os meses, migrantes de outras regiões do estado e mesmo do país, em função da sua economia pujante e pelas oportunidades de negócios e trabalhos”, disse ele. 

Fraga destaca ainda que alguns gestores municipais relataram que, pelo número insuficiente de recenseadores, pela quantidade de domicílio fechado e pelo significativo número de pessoas que não quiseram responder a pesquisa, por medo de perder benefício social, mesmo com o apoio das prefeituras, parte da população não foi recenseada. “Com isso, os dados divulgados e informados ao Tribunal de Contas da União, não refletem a realidade total desses municípios”, alertou, exemplificando um município, em que o número de habitantes divulgado pelo Instituto, não chega a 4 mil. No entanto, a prefeitura tem cadastrado no atendimento das suas unidades de saúde, mais de 5 mil usuários do Sistema Único de Saúde-SUS. 

Os números que o IBGE encaminhou para o TCU, segundo Neurilan, são os principais parâmetros utilizados na hora da distribuição dos recursos do Fundo de Participação do Municípios-FPM, com isso, muitos municípios poderão ser prejudicados com a constatação de tipo de problema, ou seja o desencontro de informação sobre a realidade da população. 

Fraga adiantou que, mesmo sabendo que o IBGE já tenha informado que os recenseadores vão continuar as atividades para concluir o censo até fevereiro de 2023, há uma grande preocupação dos gestores. “Nós iremos procurar o superintendente estadual do IBGE em Mato Grosso, no sentido de que todos os domicílios sejam de fato recenseados, principalmente, quando ficarem demonstradas evidências  de que  houveram falhas no recenseamento daquele município. Também não poderíamos deixar de nos preocupar com os municípios que tiveram a população diminuída nos últimos 12 anos, desde a realização do último censo em 2010”, observou, lembrando que são municípios com economias estagnadas ou exauridas, que infelizmente ainda tem um número significativo no estado.

O Projeto de Lei Complementar-139/22, apresentado pelo Movimento Municipalista Brasileiro, através da Confederação Nacional dos Municípios-CNM, que tramita no Congresso Nacional, estabelece um prazo de transição para que os municípios não tenham perdas nas suas arrecadações, no caso específico no FPM. “Na verdade o que se pretende com esse projeto é garantir que a população que mora nessas cidades não fique desassistida dos serviços públicos, como: saúde, educação, assistência social e outros serviços essenciais oferecidos pela gestão municipal, por conta da queda de receita, originalmente do FPM ”, concluiu Fraga.

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Cidades

Sérgio Ricardo fiscaliza obras do VLT e destaca avanços em Cuiabá e Várzea Grande

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Conselheiro do Tribunal de Contas acompanha trabalhos na Avenida do CPA e destaca novo momento das obras na região metropolitana

O conselheiro do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), Sérgio Ricardo, fiscalizou, neste domingo pela manhã (30), as obras do VLT na Avenida do CPA, em Cuiabá. Durante a visita, ele acompanhou de perto o andamento dos trabalhos e destacou os avanços registrados nos últimos meses.

Segundo Sérgio Ricardo, depois de grandes impasses enfrentados pelo Governo do Estado junto às empresas responsáveis e de problemas relacionados ao planejamento, a obra começa a ganhar um novo rumo em Mato Grosso.

Durante uma transmissão ao vivo pelas redes sociais, o conselheiro mostrou diferentes pontos das obras e destacou as melhorias que estão sendo realizadas na capital.

Em relação ao prazo para conclusão, o atual governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, afirmou que, em até um ano, toda a obra estará concluída em Cuiabá e Várzea Grande.

O conselheiro ressaltou que o acompanhamento e a fiscalização são fundamentais para garantir que os investimentos públicos sejam aplicados corretamente e que as obras sejam entregues à população.

Durante a live, Sérgio Ricardo também pontuou os impactos positivos que a conclusão do projeto deverá proporcionar, principalmente para a mobilidade urbana e a infraestrutura de Cuiabá e Várzea Grande.

https://www.instagram.com/reel/DcqkI0gkYUG/?igsi=MXhqajZnemk1M2Vj

 

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