"Trabalho de fato"

Obras de pavimentação do bairro Altos da Serra II chega ao processo de terraplanagem

Atualmente, os operários concentram-se nos esforços nas ruas Lavrador Tutti e Costa e Silva. Após a conclusão desta etapa, o cronograma evoluirá para implantação do revestimento asfáltico. 

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Foto: Luiz Alves/Secom-CBA

As obras de pavimentação asfáltica de uma das regiões mais importantes do setor Leste de Cuiabá, o bairro Altos da Serra II, atingiu, nesta semana, o processo de terraplanagem das vias. 

A gestão Emanuel Pinheiro é a responsável pela retomada das atividades.  O novo projeto técnico contempla todas as ruas  da localidade, composto por rede de drenagem de águas pluviais, meio-fio e calçadas, fruto do programa Minha Rua Asfaltada, iniciativa criada pela Prefeitura de Cuiabá, em 2017, que se  consolidou como uma grande ação de melhoria e modernização da  infraestrutura urbana municipal. 

Atualmente, os operários concentram-se nos esforços nas ruas Lavrador Tutti e Costa e Silva. Após a conclusão desta etapa, o cronograma evoluirá para implantação do revestimento asfáltico. 

O vice-prefeito José Roberto Stopa, salientou que o benefício representa a virada da página do descaso e esquecimento na comunidade, garantindo assim, uma melhor qualidade de vida aos moradores. 

“Eu e o prefeito Emanuel Pinheiro assumimos o compromisso de fazer com que o asfalto chegasse de verdade até aqui. Tivemos alguns contratempos processuais, mas, graças a Deus, tudo foi resolvido e hoje estamos aqui, trabalhando para entregar mais esse bairro asfaltado para Cuiabá”, declarou. 

O secretário interino da Secretaria de Obras Públicas, Rauf Macedo, aproveitou para relembrar que trata-se de uma reivindicação antiga dos munícipes que ali vivem, porém, agora, transformou-se em realidade. 

“É um serviço que exige tempo para ficar pronto, pois as etapas precisam ser respeitadas e executadas com eficiência. No entanto, estamos aqui diariamente, a fim de entregar o mais breve possível mais essa grande obra, longeva e duradoura”, frisou. 

A construção da ponte de concreto do bairro chega à fase de acabamento, por meio da fixação da faixa de pedestres e guarda-rodas. A nova estrutura, orçada em mais de R$ 2,4 milhões, será responsável por fazer a ligação da região ao bairro Planalto, beneficiando mais de duas mil famílias de forma direta.

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Podemos concentra R$ 2 milhões em campanha e mira bancada de seis deputados

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O Podemos decidiu apostar alto na eleição proporcional de Mato Grosso e já destinou R$ 2,05 milhões em recursos de campanha aos candidatos que disputam vagas na Assembleia Legislativa. A estratégia acompanha uma meta ambiciosa anunciada pelo partido: eleger pelo menos seis deputados estaduais e formar uma das maiores bancadas da próxima legislatura.

A legenda lançou 25 nomes para a disputa pela ALMT e, de acordo com o presidente estadual do Podemos, Max Russi, trabalha com a expectativa de conquistar seis cadeiras, podendo chegar a sete. A projeção colocaria o partido com um quarto das 24 vagas do Legislativo estadual.

A distribuição dos recursos, porém, não ocorre de maneira uniforme. O próprio Max Russi, que busca a reeleição e atualmente preside a Assembleia, recebeu R$ 450 mil, o maior repasse registrado até agora. O valor representa cerca de 22% de todo o montante distribuído pelo partido.

Na sequência aparecem Karen Rocha, com R$ 200 mil, e Beto Dois a Um e Valdeníria Dutra, com R$ 150 mil cada. Outros sete candidatos, Adelcino Lopo, Bira, Geovane Gamba, Janailza Taveira, Allan Kardec, Sargento Casarin e Scheila Pedroso, receberam R$ 100 mil cada.

Também foram registrados repasses de R$ 50 mil para Alessandra Ferreira, Alex Rodrigues, Gustavo Bang, Joize Marques, Marcos Paulista, Meraldo Sá, Priscila Dourado e Salete Bergamin. Enquanto isso, Fabinho Tardin, Mauro Savi, Rafael Machado e Ulysses Moraes ainda não haviam recebido recursos do partido no levantamento. Carlos Kan aparece como inapto por não ter apresentado prestação de contas à Justiça Eleitoral.

A estratégia financeira revela uma tentativa do Podemos de transformar a força da chapa em representação efetiva no plenário. A legenda trabalha com a possibilidade de ampliar significativamente sua presença na Assembleia, mas o resultado dependerá do desempenho conjunto dos candidatos e da distribuição das vagas pelo sistema proporcional.

Com a maior parte da verba ainda concentrada em um grupo específico de candidaturas, o desempenho das urnas também será um teste para a aposta feita pela direção partidária. A promessa de seis cadeiras significa, na prática, conquistar 25% da Assembleia, uma meta que colocaria o Podemos no centro das articulações pelo comando da próxima legislatura.



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