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Sine Municipal oferece mais de 380 vagas de emprego

As oportunidades são para os cargos de açougueiro, analista de recursos humanos, atendente de lanchonete, entre outros.

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O Sine Municipal, coordenado pela Secretaria de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico, disponibilizou 388 vagas de emprego. Nesta na quinta-feira (4), a van atenderá os moradores do CPA e região. A equipe se posicionará na praça do CPA I, no espaço do Centro Social, localizado na Av. Joinville, com atendimento das 9h às 12 e das 13h às 17h.

As oportunidades são para os cargos de açougueiro, analista de recursos humanos, atendente de lanchonete, carpinteiro de obras, eletricista de instalações de prédios, estoquista, mecânico de automóvel, operador de tratores diversos, polidor de automóveis, técnico em segurança do trabalho, vendedor pracista, vigia, entre outras vagas.

Para se candidatar basta baixar o aplicativo “Sine Fácil” ou acessar a página virtual do Emprega Brasil (empregabrasil.mte.gov.br). O candidato pode ainda se dirigir a unidade do Sine no Coxipó ou no Shopping Popular, com os documentos pessoais.

Confira os canais de atendimento Sine Municipal de Cuiabá:

Sine Shopping Popular: das 9h às 17h

Telefone e Whatsapp: (65) 3664-1503/ 99251-7480

Sine Coxipó: das 7h às 17h

Telefone e Whatsapp: (65) 3675-3113/ 99337-2799

Sine da Gente (Sine móvel): toda semana em um bairro diferente de Cuiabá.

Os empregadores que desejarem anunciar suas vagas no Sine podem entrar em contato pelos telefones (65) 3645–7216 ou (65) 3645-7237, pelo whats (65) 99255–2450 ou pelo e-mail sine.pmc@cuiaba.mt.gov.br.

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Gisa chama Bruno Rios de “moleque” e acusa vereador de fazer espetáculo

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A sessão da Câmara Municipal de Várzea Grande, nesta terça-feira (27), foi marcada por uma discussão entre os vereadores Gisa Barros (Podemos) e Bruno Rios (PL). A parlamentar chamou o colega de “moleque” e “mentiroso” e o acusou de transformar os debates na tribuna em um espetáculo para as redes sociais.

O desentendimento começou quando Bruno cobrou agilidade da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na análise de projetos encaminhados pela Prefeitura que ainda aguardam parecer. Para ele, a função do colegiado é avaliar as propostas e apontar eventuais irregularidades, sem assumir a responsabilidade de corrigir os textos enviados pelo Executivo.

“A CCJ tá pra emitir parecer, não pra corrigir o projeto”, afirmou o vereador. Ele também defendeu que os integrantes da comissão formalizem por escrito os problemas identificados nas matérias, com posicionamentos favoráveis ou contrários.

A cobrança provocou uma reação de Gisa, que contestou as críticas e afirmou que parte dos projetos enviados à Câmara apresenta problemas técnicos e documentais. Segundo ela, aproximadamente oito propostas têm inconsistências que precisam ser resolvidas antes de avançarem para votação.

“Bruno, você é um moleque, mentiroso, e tem essa fama na cidade”, disparou a vereadora.

Na sequência, Gisa acusou o parlamentar de usar a tribuna para atacar os colegas e depois deixar o plenário. “Você tem o costume de vir fazer show aqui nesta tribuna e sair correndo igual um moleque. Aí você quer fazer showzinho para a sociedade. Respeita os colegas”, declarou.

A vereadora também afirmou que as críticas de Bruno tentam colocar a população contra o Legislativo, sem considerar o trabalho realizado pelas comissões para corrigir as falhas nas propostas.

“É assim que a gente trabalha, sem querer levar para a plateia para fazer corte em rede social e colocar a população contra esta Casa. Molecagem aqui, não. Até quando que vai com essa palhaçada aqui?”, questionou.

Ao defender a atuação da CCJ, a parlamentar afirmou que os integrantes da comissão têm trabalhado para ajustar os textos antes de encaminhá-los ao plenário. Segundo ela, algumas propostas chegaram à Câmara sem documentos considerados necessários para a análise.

“Pelo contrário, nós da comissão arrumamos praticamente todos, porque a gestão tem membros ineficientes, que não sabem sequer o que precisa dentro de um projeto para ser protocolado nesta Casa”, criticou.

Gisa também rebateu as cobranças de Bruno ao mencionar a passagem anterior dele pela CCJ. De acordo com a vereadora, o parlamentar teria deixado 21 projetos pendentes, que precisaram ser reorganizados posteriormente.

A discussão expôs divergências entre os vereadores sobre a responsabilidade pela demora na tramitação das propostas do Executivo. Enquanto Bruno defende a emissão de pareceres e a formalização dos problemas encontrados, Gisa sustenta que as inconsistências nos documentos precisam ser corrigidas antes de os projetos seguirem para votação.



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