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Terminam hoje as inscrições para concurso complementar de recenseador

O objetivo deste novo processo seletivo é contratar profissionais para vagas não preenchidas em vários municípios brasileiros

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Foto: Licia Rubinstein

As inscrições para o concurso complementar que selecionará 15 mil recenseadores se encerram nesta quarta-feira (3). O objetivo deste novo processo seletivo é contratar profissionais para vagas não preenchidas em vários municípios brasileiros.

A inscrição está sendo feita presencialmente, até as 17h, nos postos do IBGE, listados no anexo I do edital do concurso. A seleção será feita por meio da análise de títulos acadêmicos, conforme previsto no edital.

Os recenseadores são os profissionais que estão visitando domicílios para as entrevistas do Censo 2022, que começou na última segunda-feira (1º). O trabalho é temporário e tem duração prevista de três meses, prazo que pode ser prorrogado caso haja necessidade.

A carga horária mínima semanal é de 25 horas. A remuneração é variável, de acordo com a produção do profissional, calculada por setor censitário, de unidades recenseadas (domicílios urbanos e/ou rurais), tipo de questionário (básico ou amostra), pessoas recenseadas e registro no controle da coleta de dados.

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Gisa chama Bruno Rios de “moleque” e acusa vereador de fazer espetáculo

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A sessão da Câmara Municipal de Várzea Grande, nesta terça-feira (27), foi marcada por uma discussão entre os vereadores Gisa Barros (Podemos) e Bruno Rios (PL). A parlamentar chamou o colega de “moleque” e “mentiroso” e o acusou de transformar os debates na tribuna em um espetáculo para as redes sociais.

O desentendimento começou quando Bruno cobrou agilidade da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na análise de projetos encaminhados pela Prefeitura que ainda aguardam parecer. Para ele, a função do colegiado é avaliar as propostas e apontar eventuais irregularidades, sem assumir a responsabilidade de corrigir os textos enviados pelo Executivo.

“A CCJ tá pra emitir parecer, não pra corrigir o projeto”, afirmou o vereador. Ele também defendeu que os integrantes da comissão formalizem por escrito os problemas identificados nas matérias, com posicionamentos favoráveis ou contrários.

A cobrança provocou uma reação de Gisa, que contestou as críticas e afirmou que parte dos projetos enviados à Câmara apresenta problemas técnicos e documentais. Segundo ela, aproximadamente oito propostas têm inconsistências que precisam ser resolvidas antes de avançarem para votação.

“Bruno, você é um moleque, mentiroso, e tem essa fama na cidade”, disparou a vereadora.

Na sequência, Gisa acusou o parlamentar de usar a tribuna para atacar os colegas e depois deixar o plenário. “Você tem o costume de vir fazer show aqui nesta tribuna e sair correndo igual um moleque. Aí você quer fazer showzinho para a sociedade. Respeita os colegas”, declarou.

A vereadora também afirmou que as críticas de Bruno tentam colocar a população contra o Legislativo, sem considerar o trabalho realizado pelas comissões para corrigir as falhas nas propostas.

“É assim que a gente trabalha, sem querer levar para a plateia para fazer corte em rede social e colocar a população contra esta Casa. Molecagem aqui, não. Até quando que vai com essa palhaçada aqui?”, questionou.

Ao defender a atuação da CCJ, a parlamentar afirmou que os integrantes da comissão têm trabalhado para ajustar os textos antes de encaminhá-los ao plenário. Segundo ela, algumas propostas chegaram à Câmara sem documentos considerados necessários para a análise.

“Pelo contrário, nós da comissão arrumamos praticamente todos, porque a gestão tem membros ineficientes, que não sabem sequer o que precisa dentro de um projeto para ser protocolado nesta Casa”, criticou.

Gisa também rebateu as cobranças de Bruno ao mencionar a passagem anterior dele pela CCJ. De acordo com a vereadora, o parlamentar teria deixado 21 projetos pendentes, que precisaram ser reorganizados posteriormente.

A discussão expôs divergências entre os vereadores sobre a responsabilidade pela demora na tramitação das propostas do Executivo. Enquanto Bruno defende a emissão de pareceres e a formalização dos problemas encontrados, Gisa sustenta que as inconsistências nos documentos precisam ser corrigidas antes de os projetos seguirem para votação.



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