“1988 E 2002”
Palanque aberto”: Mauro Mendes defende diálogo na disputa eleitoral
Algo em comum na história da corrida eleitoral desenha o mesmo caminho, que poderá resultar nos fatos das reviravoltas.
Política
A visita do governador, Mauro Mendes no interior do estado, está gerando muitos fatos, atos e boatos, se houve definição referente ao convite oficializado, para Otaviano Pivetta compor a chapa majoritária de vice, hoje, ainda persiste a indefinição sobre o palanque aberto, opção repudiada principalmente pelo pré-candidato à reeleição, senador Wellington Fagundes.
O modelo de palanque aberto, hoje está mais parecendo uma opção estratégica, com intenção de agradar “gregos e troianos”, porém aqueles que se consideram “mais” que os outros, já demonstraram praticamente de todas as formas, que reprovam a opção do governador.
Segundo fontes ligadas aos bastidores políticos e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, teve gente com características de “filho mimado criado com vó”, que já foi buscar outra alternativa para tudo só para o “Kiko não se misturar com essa gentalha”.
Pelo que tudo indica, a tentativa de imposição motivada de cima para baixo, teve “efeito colateral”, já que hoje, muitos veículos de comunicação em Mato Grosso divulgaram a notícia de que o governador, Mauro Mendes repudiou a tentativa de influência nacional na corrida eleitoral no estado, afirmando que sua opção é pelo palanque aberto.
Dados históricos das movimentações nas corridas eleitorais de Mato Grosso, apontam semelhanças, seja de 1988, 2002 e agora 2022, nas duas primeiras, já foram comprovadas as reviravoltas, e na deste ano, a tendência segue o mesmo caminho.
De acordo com especialistas da área, para alguns agentes políticos, as escolhas já viabilizaram as dificuldades do desenvolvimento de suas campanhas, e a imposição por exclusividade neste momento, apenas prejudica de um lado, e potencializa as ações de quem segue calado.
“Até parece estratégia de menos é mais”.
Política
Podemos concentra R$ 2 milhões em campanha e mira bancada de seis deputados
O Podemos decidiu apostar alto na eleição proporcional de Mato Grosso e já destinou R$ 2,05 milhões em recursos de campanha aos candidatos que disputam vagas na Assembleia Legislativa. A estratégia acompanha uma meta ambiciosa anunciada pelo partido: eleger pelo menos seis deputados estaduais e formar uma das maiores bancadas da próxima legislatura.
A legenda lançou 25 nomes para a disputa pela ALMT e, de acordo com o presidente estadual do Podemos, Max Russi, trabalha com a expectativa de conquistar seis cadeiras, podendo chegar a sete. A projeção colocaria o partido com um quarto das 24 vagas do Legislativo estadual.
A distribuição dos recursos, porém, não ocorre de maneira uniforme. O próprio Max Russi, que busca a reeleição e atualmente preside a Assembleia, recebeu R$ 450 mil, o maior repasse registrado até agora. O valor representa cerca de 22% de todo o montante distribuído pelo partido.
Na sequência aparecem Karen Rocha, com R$ 200 mil, e Beto Dois a Um e Valdeníria Dutra, com R$ 150 mil cada. Outros sete candidatos, Adelcino Lopo, Bira, Geovane Gamba, Janailza Taveira, Allan Kardec, Sargento Casarin e Scheila Pedroso, receberam R$ 100 mil cada.
Também foram registrados repasses de R$ 50 mil para Alessandra Ferreira, Alex Rodrigues, Gustavo Bang, Joize Marques, Marcos Paulista, Meraldo Sá, Priscila Dourado e Salete Bergamin. Enquanto isso, Fabinho Tardin, Mauro Savi, Rafael Machado e Ulysses Moraes ainda não haviam recebido recursos do partido no levantamento. Carlos Kan aparece como inapto por não ter apresentado prestação de contas à Justiça Eleitoral.
A estratégia financeira revela uma tentativa do Podemos de transformar a força da chapa em representação efetiva no plenário. A legenda trabalha com a possibilidade de ampliar significativamente sua presença na Assembleia, mas o resultado dependerá do desempenho conjunto dos candidatos e da distribuição das vagas pelo sistema proporcional.
Com a maior parte da verba ainda concentrada em um grupo específico de candidaturas, o desempenho das urnas também será um teste para a aposta feita pela direção partidária. A promessa de seis cadeiras significa, na prática, conquistar 25% da Assembleia, uma meta que colocaria o Podemos no centro das articulações pelo comando da próxima legislatura.
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