Certame
Governo homologou R$ 826 milhões em licitações para obras de infraestrutura lançadas em 2022
Além disso, foram lançadas outras três licitações na modalidade de Tomada de Preço e sete Concorrências Públicas
Política
A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) já publicou 55 licitações na modalidade de Regime Diferenciado de Contratação (RDC) em 2022. Com isso, em menos de seis meses a Secretaria já superou os 52 RDCs que foram publicados em 2021 e que já representavam um recorde da pasta.
Além disso, foram lançadas outras três licitações na modalidade de Tomada de Preço e sete Concorrências Públicas.
Apenas em relação às licitações lançadas neste ano, já foram homologados 34 resultados, que representam um montante de R$ 830 milhões em obras a serem realizadas pela Sinfra-MT. O valor significa uma economia de R$ 36 milhões em relação aos valores orçados inicialmente.
A última licitação lançada pela Sinfra-MT foi para asfaltar 42 quilômetros das rodovias MT-471/040, ligando o município de Rondonópolis até o assentamento Carimã. A obra, aguardada pela população e prometida diversas vezes, será licitada no dia 06 de julho, com um valor estimado em R$ 39,5 milhões.
Outra licitação lançada pelo Governo do Estado foi para asfaltar 36,6 km da MT-329, entre o entroncamento com a MT-220 e Sinop, em direção ao entroncamento com a MT-479. Esta obra está orçada em R$ 39,6 milhões e a abertura de propostas será no dia 05 de julho, na Sala de Licitações da Sinfra-MT.
Para o secretário de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, o volume de obras lançado pelo Estado é fruto do comprometimento da equipe e da credibilidade alcançada pelo Governo do Estado. “Esse é um governo que está com todas as medições pagas, que não tem nenhum ato que não seja republicano. E como sempre diz o governador Mauro Mendes, que só lança em obras quando tem recurso em caixa para pagar”, afirmou.
Entre as licitações lançadas neste ano estão obras esperadas na região de Cuiabá, como a Estrada Velha da Guia, a Ponte de Ferro, o asfalto para o distrito do Aguaçu, para a Agrovila das Palmeiras e a recuperação da estrada para Barão de Melgaço.
Foram licitadas obras em todas as regiões, como a recuperação da MT-170 em Juína, a recuperação das rodovias que ligam os municípios de Itiquira, Cláudia, Nova Guarita e Novo Mundo, e as obras para asfaltar a pista do Aeródromo de Juara.
Política
Podemos concentra R$ 2 milhões em campanha e mira bancada de seis deputados
O Podemos decidiu apostar alto na eleição proporcional de Mato Grosso e já destinou R$ 2,05 milhões em recursos de campanha aos candidatos que disputam vagas na Assembleia Legislativa. A estratégia acompanha uma meta ambiciosa anunciada pelo partido: eleger pelo menos seis deputados estaduais e formar uma das maiores bancadas da próxima legislatura.
A legenda lançou 25 nomes para a disputa pela ALMT e, de acordo com o presidente estadual do Podemos, Max Russi, trabalha com a expectativa de conquistar seis cadeiras, podendo chegar a sete. A projeção colocaria o partido com um quarto das 24 vagas do Legislativo estadual.
A distribuição dos recursos, porém, não ocorre de maneira uniforme. O próprio Max Russi, que busca a reeleição e atualmente preside a Assembleia, recebeu R$ 450 mil, o maior repasse registrado até agora. O valor representa cerca de 22% de todo o montante distribuído pelo partido.
Na sequência aparecem Karen Rocha, com R$ 200 mil, e Beto Dois a Um e Valdeníria Dutra, com R$ 150 mil cada. Outros sete candidatos, Adelcino Lopo, Bira, Geovane Gamba, Janailza Taveira, Allan Kardec, Sargento Casarin e Scheila Pedroso, receberam R$ 100 mil cada.
Também foram registrados repasses de R$ 50 mil para Alessandra Ferreira, Alex Rodrigues, Gustavo Bang, Joize Marques, Marcos Paulista, Meraldo Sá, Priscila Dourado e Salete Bergamin. Enquanto isso, Fabinho Tardin, Mauro Savi, Rafael Machado e Ulysses Moraes ainda não haviam recebido recursos do partido no levantamento. Carlos Kan aparece como inapto por não ter apresentado prestação de contas à Justiça Eleitoral.
A estratégia financeira revela uma tentativa do Podemos de transformar a força da chapa em representação efetiva no plenário. A legenda trabalha com a possibilidade de ampliar significativamente sua presença na Assembleia, mas o resultado dependerá do desempenho conjunto dos candidatos e da distribuição das vagas pelo sistema proporcional.
Com a maior parte da verba ainda concentrada em um grupo específico de candidaturas, o desempenho das urnas também será um teste para a aposta feita pela direção partidária. A promessa de seis cadeiras significa, na prática, conquistar 25% da Assembleia, uma meta que colocaria o Podemos no centro das articulações pelo comando da próxima legislatura.
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