“Liderança”
“Blairo Maggi”: Tá na mão de quem sabe
PP busca viabilidade política mostrando suas principais lideranças.
Política
O primeiro surgimento oficial do ex-governador e ex-ministro, Blairo Borges Maggi, no programa partidário do (PP) Partido Progressista na televisão, ontem 06.06.22, confirmando seu retorno a vida pública, movimentou intensamente o cenário eleitoral de Mato Grosso, há quem diga, que teve muita gente perdendo sono, fazendo cálculos, ligações, desenvolvendo novos planejamentos e estratégias.
O ex-governador já afirmou e reafirmou que não é pré-candidato a nada, mas a suas ações juntamente com o surgimento na televisão, mostraram que ele está atuando intensamente na colaboração do grupo, seja na pré-campanha de Neri Geller, rumo ao Senado da República, como também aos demais pré-candidatos, para os cargos de deputados estadual e federal.
“Tá na palma da mão, nas mãos de quem sabe”.
Para quem estava duvidando da participação do ex-governador neste pleito eleitoral, a “dor de cabeça já começou sem direito a aspirina”, agora resta saber quem vai somar, ficar neutro ou enfrentar um grupo liderado pelo ex-ministro.
De acordo com “Aracuã do Pantanal” ainda tem gente questionando, quem esse Blairo Maggi acha que é? Simplesmente é o homem que resolveu a questão da “Carne Fraca”, em poucos dias, beneficiando todo setor pecuário do Brasil, é ex-governador duas vezes, ex-senador por Mato Grosso, e ex-ministro da Agricultura. Hoje, ele também é considerado por muitos, como a maior liderança política do estado e uma das maiores do pais, ainda mais quando o assunto é agronegócio.
“Pré-campanha de Neri Geller rumo ao Senado da República é potencializada por Blairo Maggi”.
Com respaldo de empresários, produtores rurais, lideranças políticas e sociais, o apoio de Blairo Maggi é visto por vários especialistas do setor, como decisivo em uma disputa eleitoral.
O que era dúvida, agora virou certeza, colocando “cada um no seu banquinho”, já que se trata daquela popular questão, “águia voa com águia”.
Nas últimas horas muitas mudanças aconteceram, e segundo o “Aracuã do Pantanal” ainda vai mudar muito mais, aqueles que até então estavam sendo vistos apenas como coadjuvantes, poderão não só assumir o papel de protagonista, mas também, de diretor no cenário da disputa eleitoral de Mato Grosso.
Agora os jogadores estão vestindo suas camisas.
Política
Podemos concentra R$ 2 milhões em campanha e mira bancada de seis deputados
O Podemos decidiu apostar alto na eleição proporcional de Mato Grosso e já destinou R$ 2,05 milhões em recursos de campanha aos candidatos que disputam vagas na Assembleia Legislativa. A estratégia acompanha uma meta ambiciosa anunciada pelo partido: eleger pelo menos seis deputados estaduais e formar uma das maiores bancadas da próxima legislatura.
A legenda lançou 25 nomes para a disputa pela ALMT e, de acordo com o presidente estadual do Podemos, Max Russi, trabalha com a expectativa de conquistar seis cadeiras, podendo chegar a sete. A projeção colocaria o partido com um quarto das 24 vagas do Legislativo estadual.
A distribuição dos recursos, porém, não ocorre de maneira uniforme. O próprio Max Russi, que busca a reeleição e atualmente preside a Assembleia, recebeu R$ 450 mil, o maior repasse registrado até agora. O valor representa cerca de 22% de todo o montante distribuído pelo partido.
Na sequência aparecem Karen Rocha, com R$ 200 mil, e Beto Dois a Um e Valdeníria Dutra, com R$ 150 mil cada. Outros sete candidatos, Adelcino Lopo, Bira, Geovane Gamba, Janailza Taveira, Allan Kardec, Sargento Casarin e Scheila Pedroso, receberam R$ 100 mil cada.
Também foram registrados repasses de R$ 50 mil para Alessandra Ferreira, Alex Rodrigues, Gustavo Bang, Joize Marques, Marcos Paulista, Meraldo Sá, Priscila Dourado e Salete Bergamin. Enquanto isso, Fabinho Tardin, Mauro Savi, Rafael Machado e Ulysses Moraes ainda não haviam recebido recursos do partido no levantamento. Carlos Kan aparece como inapto por não ter apresentado prestação de contas à Justiça Eleitoral.
A estratégia financeira revela uma tentativa do Podemos de transformar a força da chapa em representação efetiva no plenário. A legenda trabalha com a possibilidade de ampliar significativamente sua presença na Assembleia, mas o resultado dependerá do desempenho conjunto dos candidatos e da distribuição das vagas pelo sistema proporcional.
Com a maior parte da verba ainda concentrada em um grupo específico de candidaturas, o desempenho das urnas também será um teste para a aposta feita pela direção partidária. A promessa de seis cadeiras significa, na prática, conquistar 25% da Assembleia, uma meta que colocaria o Podemos no centro das articulações pelo comando da próxima legislatura.
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