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Mulher é morta a tiros em frente a um bar em Alta Floresta

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Mato Grosso

Da Redação

Nesta segunda-feira (16), no município de Alta Floresta , Uma mulher ainda não identificada, conhecida apenas como ‘Rosinha’, foi morta a tiros em frente a um bar, a vitima não portava documentos pessoais.

Segundo informações da Polícia Civil, assim que a equipe foi acionada pelo fato, os policiais juntamente com a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), se deslocaram até o local do crime, que já estava isolado pela Polícia Militar. O corpo da vítima foi encontrado no meio da rua, em frente ao bar.

Os policiais receberam informações de que o suspeito havia fugido em um Uno. Ele foi encontrado no trevo que dá acesso ao município de Carlinda (724 km de Cuiabá).

Nas imagens das câmeras de segurança, foi possível verificar que o suspeito e a vítima estavam discutindo quando, ele efetuou vários disparos de arma de fogo contra a vítima, que não resistiu aos ferimentos e morreu no local. O acusado fugiu em seguida.

Com as informações de que o suspeito havia fugido em um veículo Fiat Uno, as equipes policiais saíram em diligências, conseguindo localizá-lo nas proximidades do trevo da entrada de Carlinda. Durante a abordagem, o suspeito desobedeceu às ordens de parada, sendo necessário efetuar disparos nos pneus do veículo.

A arma usada no crime foi encontrada dentro do carro do acusado. Ele foi algemado e levado para a delegacia de Alta Floresta, onde foi autuado pelo crime de feminicídio.

 

Foto: PMMT
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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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