Mato Grosso

Homem com diversas passagens criminais morre em confronto com a Rotam

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Da Redação

Nesta segunda-feira (16) o ex-presidiário Thiago Moraes de Carvalho, 25 anos, morreu em confronto com policiais militares do Batalhão de Ronda Ostensiva Tático Metropolitana (Rotam) no bairro Jardim Florianópolis, em Cuiabá.

Segundo informações do Boletim de Ocorrência, uma equipe da Rotam realizava patrulhamento no bairro, quando ouviu disparos de arma de fogo.  Os policiais desembarcaram da viatura e seguiram a pé, quando observaram um homem correndo com arma de fogo em punho.

A equipe ordenou que o suspeito soltasse a arma, porém ele não obedeceu e apontou o revólver em direção aos policiais, eles  revidaram e acertaram o suspeito, ao ser atingido ele caiu no chão, ainda com vida. 

Conforme informação O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, no entanto, devido à demora, os policiais fizeram o socorro e encaminharam o acusado para o Pronto-Socorro de Cuiabá, mas não resistiu ao ferimento e morreu.

O suspeito utilizava tornozeleira eletrônica e já tinha 06 passagens criminais por roubo e furto. Um revólver calibre 38 foi apreendida com o homem. 

 

Foto: Alair Ribeiro

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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