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Blairo Maggi: “O Mauro é o meu candidato a continuar no Governo”

De acordo com ele, a realização de grandes obras estruturantes para Mato Grosso só retornou na atual gestão.

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Foto: Assessoria/Divulgação

O ex-governador de Mato Grosso, Blairo Maggi, afirmou que o atual governador Mauro Mendes é o seu candidato a continuar no Governo, caso Mauro decida buscar a reeleição.

O apoio público foi feito durante evento em Campo Novo do Parecis, nesta sexta-feira (13.05). Na ocasião, o governador autorizou a pavimentação de 23 km da MT-358.

“Às vezes quando se discute se o Mauro vai para a reeleição, quem eu vou apoiar, eu tenho dito com toda a tranquilidade: o Mauro é o meu candidato a continuar no Governo do Estado. Não há nenhum outro executivo como ele à disposição para tocar o Estado de Mato Grosso, o meu querido estado”, declarou Blairo.

O ex-governador relembrou a época na qual comandou o Estado e iniciou um grande programa para fazer asfalto novo em todas as regiões.

De acordo com ele, a realização de grandes obras estruturantes para Mato Grosso só retornou na atual gestão.

“Mauro Mendes vem, oito anos depois, e desde então o Estado experimenta novamente grandes investimentos, grandes parcerias, grandes responsabilidades. Está impulsionando esse estado para um novo patamar na economia, para as pessoas”, ressaltou.

Blairo destacou os 2500 km de asfalto novo que o Estado vai entregar até o final do ano e atribuiu esse resultado à boa gestão de Mauro Mendes.

“Com uma boa gestão, como a que o Mauro está fazendo, estamos vendo obra para tudo quanto é lado. Só não faz mais estrada porque não tem construtora o suficiente, empresa para fazer projeto. Eu me sinto extremamente feliz, muito bem representado. Mauro, parabéns pela parceria e vamos em frente”, finalizou.

Além de Blairo, também estavam no evento: os senadores Fábio Garcia e Wellington Fagundes; o deputado federal Neri Geller; os deputados estaduais Dr. João, Carlos Avalone e Sebastião Resende; os prefeitos Rafael Machado (Campo Novo do Parecis) e Vander Masson (Tangará da Serra); os secretários de Estado Marcelo de Oliveira (Infraestrutura) e Laice Souza (Comunicação); além de vereadores e lideranças locais.

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Podemos concentra R$ 2 milhões em campanha e mira bancada de seis deputados

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O Podemos decidiu apostar alto na eleição proporcional de Mato Grosso e já destinou R$ 2,05 milhões em recursos de campanha aos candidatos que disputam vagas na Assembleia Legislativa. A estratégia acompanha uma meta ambiciosa anunciada pelo partido: eleger pelo menos seis deputados estaduais e formar uma das maiores bancadas da próxima legislatura.

A legenda lançou 25 nomes para a disputa pela ALMT e, de acordo com o presidente estadual do Podemos, Max Russi, trabalha com a expectativa de conquistar seis cadeiras, podendo chegar a sete. A projeção colocaria o partido com um quarto das 24 vagas do Legislativo estadual.

A distribuição dos recursos, porém, não ocorre de maneira uniforme. O próprio Max Russi, que busca a reeleição e atualmente preside a Assembleia, recebeu R$ 450 mil, o maior repasse registrado até agora. O valor representa cerca de 22% de todo o montante distribuído pelo partido.

Na sequência aparecem Karen Rocha, com R$ 200 mil, e Beto Dois a Um e Valdeníria Dutra, com R$ 150 mil cada. Outros sete candidatos, Adelcino Lopo, Bira, Geovane Gamba, Janailza Taveira, Allan Kardec, Sargento Casarin e Scheila Pedroso, receberam R$ 100 mil cada.

Também foram registrados repasses de R$ 50 mil para Alessandra Ferreira, Alex Rodrigues, Gustavo Bang, Joize Marques, Marcos Paulista, Meraldo Sá, Priscila Dourado e Salete Bergamin. Enquanto isso, Fabinho Tardin, Mauro Savi, Rafael Machado e Ulysses Moraes ainda não haviam recebido recursos do partido no levantamento. Carlos Kan aparece como inapto por não ter apresentado prestação de contas à Justiça Eleitoral.

A estratégia financeira revela uma tentativa do Podemos de transformar a força da chapa em representação efetiva no plenário. A legenda trabalha com a possibilidade de ampliar significativamente sua presença na Assembleia, mas o resultado dependerá do desempenho conjunto dos candidatos e da distribuição das vagas pelo sistema proporcional.

Com a maior parte da verba ainda concentrada em um grupo específico de candidaturas, o desempenho das urnas também será um teste para a aposta feita pela direção partidária. A promessa de seis cadeiras significa, na prática, conquistar 25% da Assembleia, uma meta que colocaria o Podemos no centro das articulações pelo comando da próxima legislatura.



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