Mato Grosso
Pivetta: acordo dos sonhos que podem virar pesadelo
Mato Grosso
Da Redação
É nítido e notório, que a formação do grupo para apoiar a candidatura do vice-governador, Otaviano Pivetta (PDT) ganha musculatura há todo instante, já que as projeções são referentes as disputas de três pleitos, a do Senado da República, Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, e logo seguida, as eleições municipais para prefeitos e vereadores.
“Quem pode mais, chora menos”.
É uma no atípico, com eleições diferenciadas, com composições que vão fazer toda diferença entre a vitória e derrota, já que o grupo que se sagrar vencedor nesta primeira etapa, poderá comandar ou no mínimo influenciar as outras duas eleições.
Hoje, a maioria dos partidos já estão no grupo que apoia a candidatura de Pivetta, as barganhar não resultam única e exclusivamente em apoio a eleição do Senado, já que lá vai beneficiar apenas uma pessoa, o jogo é pesado na questão das estruturações das costuras para eleger o Presidente, Vice e Primeiro Secretário da Mesa Diretora da Assembleia.
Segundo informações de bastidores, a grande “cereja do bolo” ficou por conta da Prefeitura de Cuiabá, vaga que está sendo tão cobiçada, quanto a presidência da AL.
O grupo de Pivetta já mostrou astúcia no quesito manobra política, porém com as lideranças, mas nem tudo são flores, já que o candidato pedetista é conhecido no mundo dos reles mortais, como aquele que não tem empatia popular.
“Pivetta é visto como um milionário, um dos maiores produtores do agronegócio, que já tem poder financeiro e político como vice-governador, não é uma pessoa popular com ações populistas, já que a sua vida é empresarial, isso o distância do cotidiano das necessidades povo”.
Seria utopia não acreditar no poder, que o poder de Pivetta exercer nos menos afortunados, que precisam de estrutura para montar seus grupos para enfrentar uma eleição.
Até então, os supostos acordos estão sendo realizados com as lideranças políticas, que diz representar uma massa popular, porém o voto desta massa é secreto, o que pode surgir surpresas, já que nem tudo nesta vida está a venda.
Mato Grosso
Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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