“Café de Rotina”

Encontro de Neri e Blairo aquece cenário eleitoral de 2022

Cenário da política ficou totalmente alvoroçado com a divulgação da foto de Neri Geller com Blairo Maggi

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Política

Foto: Facebook/ Divulgação

Se apenas um café da manhã entre o deputado federal, Neri Geller (PP) e o ex-governador, Blairo Maggi (PP), já movimentou o cenário, imagine quando chegar o almoço e o jantar? Para quem acha que está tudo certo, pode contar quer ainda não tem nada resolvido.

De acordo com informações do “Aracuã do Pantanal”, existe a criação de um bloco, composto por indivíduos criados com “soja”, achando que tem condições de voar sozinho, e até fazer frente, como “meninos mimados e teimosos”.

Vale ressaltar, que se são e estão em determinados lugares, alguém fez a terraplanagem e pavimentação para chegarem, e não é com ingratidão que vão pagar, já que na política se perdoa a traição, mas não o traidor.

“Até o “Danoninho” está entrando em uma de revoltadinho e teimosinho, pera lá, olha o puxão de orelha, vai ficar de castigo”.

Pedir a benção, nada mais é do que um ato de respeito e reconhecimento, não só dos pais, tios e tias, mas também dos padrinhos e madrinhas, assim como Zeca Pagodinho fala da madrinha Beth Carvalho.

Os revoltosos podem até operar no modo ingratidão, mas é bom lembrar, que muita água ainda tem para passar por debaixo da ponte, o rebojo tem o poder de mudar tudo, em instantes, imagine então até junho.

Essas ações serviram mais uma vez para revelar quem é quem na ordem do dia, a popular separação dos homens dos meninos, do joio do trigo. Comprovando mais uma vez, que lealdade não tem preço, tem valor.

Sendo assim, eis que ressurge mais um grupo, livre daqueles que fingem ser o que não são e segue o fluxo até as eleições de outubro de 2022.  

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Podemos concentra R$ 2 milhões em campanha e mira bancada de seis deputados

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O Podemos decidiu apostar alto na eleição proporcional de Mato Grosso e já destinou R$ 2,05 milhões em recursos de campanha aos candidatos que disputam vagas na Assembleia Legislativa. A estratégia acompanha uma meta ambiciosa anunciada pelo partido: eleger pelo menos seis deputados estaduais e formar uma das maiores bancadas da próxima legislatura.

A legenda lançou 25 nomes para a disputa pela ALMT e, de acordo com o presidente estadual do Podemos, Max Russi, trabalha com a expectativa de conquistar seis cadeiras, podendo chegar a sete. A projeção colocaria o partido com um quarto das 24 vagas do Legislativo estadual.

A distribuição dos recursos, porém, não ocorre de maneira uniforme. O próprio Max Russi, que busca a reeleição e atualmente preside a Assembleia, recebeu R$ 450 mil, o maior repasse registrado até agora. O valor representa cerca de 22% de todo o montante distribuído pelo partido.

Na sequência aparecem Karen Rocha, com R$ 200 mil, e Beto Dois a Um e Valdeníria Dutra, com R$ 150 mil cada. Outros sete candidatos, Adelcino Lopo, Bira, Geovane Gamba, Janailza Taveira, Allan Kardec, Sargento Casarin e Scheila Pedroso, receberam R$ 100 mil cada.

Também foram registrados repasses de R$ 50 mil para Alessandra Ferreira, Alex Rodrigues, Gustavo Bang, Joize Marques, Marcos Paulista, Meraldo Sá, Priscila Dourado e Salete Bergamin. Enquanto isso, Fabinho Tardin, Mauro Savi, Rafael Machado e Ulysses Moraes ainda não haviam recebido recursos do partido no levantamento. Carlos Kan aparece como inapto por não ter apresentado prestação de contas à Justiça Eleitoral.

A estratégia financeira revela uma tentativa do Podemos de transformar a força da chapa em representação efetiva no plenário. A legenda trabalha com a possibilidade de ampliar significativamente sua presença na Assembleia, mas o resultado dependerá do desempenho conjunto dos candidatos e da distribuição das vagas pelo sistema proporcional.

Com a maior parte da verba ainda concentrada em um grupo específico de candidaturas, o desempenho das urnas também será um teste para a aposta feita pela direção partidária. A promessa de seis cadeiras significa, na prática, conquistar 25% da Assembleia, uma meta que colocaria o Podemos no centro das articulações pelo comando da próxima legislatura.



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