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“Nasci para ser amada, não abusada”, Deputado Max Russi apoia o congresso “Mulher Poderosa” do próximo sábado

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Da Redação.

A Assembleia Legislativa vai sediar neste sábado (14) o congresso Mulher Poderosa, que discutirá o tema: “Nasci para ser amada, não abusada”. O evento, que acontece a partir 14 horas, tem o apoio do deputado Max Russi (PSB). A entrada será de 2kg de alimento não perecível por pessoa ou 5kg por família.

Sob a organização da Associação das Mulheres Empreendedoras de Mato Grosso (Arvend), o encontro tem o intuito de reunir famílias e abordar assuntos sobre relacionamentos abusivos, direito da mulher, autoestima, empoderamento, vivências familiares, empreendedorismo, entretenimento e luta contra o feminicídio.

Conforme a presidente da Arvend, Joziane Campos, a programação conta com 4 palestras, depoimento, além de apresentações culturais. “Será um evento impar, que vai reunir mulheres e famílias, para que possamos debater diversos aspectos. O deputado Max Russi tem sido o nosso parceiro e essencial para que o esse evento se torne realidade”, ressaltou.

Para o deputado Max Russi, um dos principais incentivadores das diversas ações sociais promovidas pela Arvend, é fundamental a abordagem de temas relacionados à defesa dos direitos da mulher.

“Estamos no mês onde diversas ações e reflexões, que debatem a defesa dos diretos da mulher, estão em evidencia. A Arvend tem lutado com afinco, para que esse direto seja preservado através de diversos trabalhos, principalmente voltados ao empreendedorismo e empoderamento. Sou parceiro e quero poder contribuir sempre, com esse trabalho”, assegurou.

Foto: Divulgação

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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