“CPI DE PIZZA DA ENERGIA”
“Sabor amargo” é o resultado da CPI que o deputado Elizeu ainda não concluiu
Um verdadeiro rodízio de pizza, assim o povo de Mato Grosso espera até hoje pelo resultado da CPI da energia
Política
Mesmo com tantas fontes produtoras de energia, o povo de Mato Grosso ainda paga uma das tarifas mais altas do Brasil, são valores que vão na contramão, tanto dos consumidores residenciais, como também empresarial, resultando em constantes reclamações, que motivou na abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), liderada pelo deputado estadual, Elizeu Nascimento, na Assembleia Legislava.
A iniciativa seria plausível, se não fosse a morosidade, porque são meses de espera, trocam bandeiras, “verde, amarela, azul, vermelha, arco-íris”, sobem e descem o valor da tarifa e nada é definido, o povo ainda continua pagando uma das taxas mais caras do país.
Há vários meses, um verdadeiro alvoroço foi criado sobre assunto, levantando expectativa em muita gente, que tinha esperança de ver o problema supostamente investigado, resolvido, mas assim, seguindo o exemplo de algumas CPIs, outros objetivos acima do bem da população, parecem que foram alcançados, “já que até agora estaria tudo certo e nada resolvido”.

Foto: Assessoria/Divulgação
“O povo não é besta, CPI que não foi resolvida durante o mandato, em ano eleitoral tem conotação de campanha, ao invés de ser positiva, é vista como oportunista, descredenciando quem está à frente do movimento, demonstrando apenas que existem interesses ocultos e singulares”.
O deputado será drasticamente cobrado pela população, principalmente pelo seu eleitorado, porque as reuniões, movimentações, requerimentos, oitivas, estavam acontecendo cotidianamente, mas assim, como a chuva no período de verão, parece que foi apenas uma “nuvem carregada”, refrescando o ambiente, molhando o solo, atendendo a produção, depois foi embora.
De acordo com “Aracuã do Pantanal”, mas vale o deputado tomar tento, já que houve parlamentares tanto estadual como da Câmara Municipal de Cuiabá, que abriram CPIs, supostamente investigaram, agitaram, prometeram, mas não se sabe porque causa, circunstância ou razão, a “pizza” mais uma vez foi servida, tendo como resultado o “sepultamento da carreira política”, não ganharam mais nem na eleição para síndico de condomínio.
“Reza a lenda, que nessas condições, o “Minhocão do Parí”, a “Cabeça da Mula sem Cabeça”, as duas pernas do “Saci Pererê”, o “Coelhinho da Páscoa” e o “saco do Papai Noel” aparecem para resolver as questões, apaziguando os conflitos, fazendo a CPI cair no esquecimento, e o povo continuar pagando uma das contas mais cara do Brasil”.
Política
Presidente da Comissão de Infraestrutura, Moretto, cobra agilidade e soluções para destravar obras em Mato Grosso
Foto: ANGELO VARELA / ALMT
O presidente da Comissão de Infraestrutura Urbana e de Transporte da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o deputado estadual Valmir Moretto (Republicanos), cobrou agilidade na execução de obras públicas e soluções para entraves que prejudicam o desenvolvimento da infraestrutura estadual. Durante reunião realizada nesta terça-feira (27), o parlamentar destacou a necessidade de revisar preço, fiscalizar o cumprimento dos contratos e melhorar o diálogo com as empresas e produtores rurais.
Moretto chamou a atenção para obras atrasadas na Região Oeste, onde produtores contribuíram com projetos e áreas necessárias à execução dos serviços. Ele criticou empresas que assumem contratos sem capacidade para cumprir os cronogramas e defendeu mais responsabilidade na execução das obras.
“Toda empresa é bem-vinda, mas precisa pegar a obra, trabalhar e entregar para a nossa população”, afirmou.
Outro problema apontado pelo parlamentar envolve a liberação de áreas e cascalheiras, que podem provocar paralisações, alterações nos projetos e aumento dos custos. Moretto defendeu maior agilidade nos processos para solução dessas situações, respeitando a legislação.
O deputado Nininho (Republicanos) participou da reunião e também defendeu a revisão de preços e fiscalização de obras, considerando o aumento dos custos de insumos e mão de obra. Para ele, é necessário buscar um equilíbrio que permita às empresas continuarem atuando, executando obras de qualidade e mantendo a saúde financeira.
“Precisamos fazer essa intermediação junto ao governo, à secretaria e ao Sindicato da Construção para encontrar um meio-termo que seja justo. Só se faz uma obra de qualidade quando se tem um preço justo”, destacou Nininho.
Como encaminhamento, os parlamentares propuseram reuniões e ou audiências públicas com representantes de Sindicatos Rurais, empresas e com a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) para discutir os entraves e buscar soluções conjuntas.
“A infraestrutura não pode ser lenta e demorada em um estado que anda tão rápido”, ressaltou Moretto, ao reafirmar o compromisso da comissão com o avanço das obras e o desenvolvimento de Mato Grosso.
Fonte: ALMT – MT
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