“Troca de farpas”

“Partido de Wellington é defender os interesses de Fagundes”

Final de semana ficou movimentado com vídeo de Galvan revelando quem é quem no cenário da política

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Política

Foto: Agência Senado

Para quem achava que a disputa de uma cadeira no Senado da República, iria ficar apenas entre o senador, Wellington Fagundes (PL) e o deputado federal, Neri Geller (PP), nas eleições de outubro de 2022, se enganou, no último final de semana, o também pré-candidato, Antônio Galvan (PTB) movimentou o cenário com um vídeo, relatando indícios das características de um determinado concorrente.

“Vejo nas palavras do pré-candidato do partido do presidente, mais como um ato de pressão e desespero, o eleitor de Mato Grosso sabe muito bem que é um abacaxi e uma melancia”, disse Galvan.

Na oportunidade, o pré-candidato Antônio ainda confirmou apoio do PDT à reeleição do presidente, Jair Bolsonaro (PL), sigla que sempre esteve na base governista.

Tudo parecia normal, para quem não acompanha minuciosamente as movimentações das peças no tabuleiro da política, mas as mensagens, mesmo que seja entre linhas, ficaram claras, a crítica encima do senador e pré-candidato à reeleição, Wellington Fagundes, que de partido e grupo, seu histórico na carreira política, apontam para características singulares, adversas ao plural.

“As ações ao longo dos anos na vida pública, relatam indícios de que partido de Wellington é defender os interesses de Fagundes”.

De acordo com informações do “Aracuã do Pantanal”, as críticas estão partindo de vários setores, seja da base e da oposição, simplesmente pelo fato de que o senador foi adversário do governador, Mauro Mendes na última disputa eleitoral, quando proferiu diversas críticas e acusações, sem falar durante a gestão, como também não fazia parte da base do Governo Federal, e agora por interesses ocultos, é apoiador declarado, tanto de Mauro Mendes, quanto de Bolsonaro.

Foto: Assessoria/Senado

“A vida política do senador nos últimos meses, é praticamente dividida em antes da filiação do presidente, quando se cogitavam até disputar o retorno à Câmara Federal, devido as dificuldades de formação de grupo, “crise eleitoral”, e depois da filiação de Bolsonaro no PL, que já foi mencionado até a disputa pelo Governo do Estado”.

 São essas movimentações que estão motivando a crise política, já que muita gente que esteve no grupo dos governos estadual e federal, desde princípio, não aceitam quem estava “cantando de adversário, chegar atrasado, no final da fila e ainda pegar a poltrona da janelinha”.

O ato de Galvan foi muito mais que apenas uma reclamação em vídeo publicado na internet, é a abertura para que todos descontentes tenham condições de falar e optar por outro caminho. Pelo que tudo indica, a terceira via chegou mostrando que conhece os caminhos, tem condições e está disposta em interromper um ciclo, que usa da política para atender de tudo, menos o povo que mais precisa.

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Presidente da Comissão de Infraestrutura, Moretto, cobra agilidade e soluções para destravar obras em Mato Grosso

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

O presidente da Comissão de Infraestrutura Urbana e de Transporte da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o deputado estadual Valmir Moretto (Republicanos), cobrou agilidade na execução de obras públicas e soluções para entraves que prejudicam o desenvolvimento da infraestrutura estadual. Durante reunião realizada nesta terça-feira (27), o parlamentar destacou a necessidade de revisar preço, fiscalizar o cumprimento dos contratos e melhorar o diálogo com as empresas e produtores rurais.

Moretto chamou a atenção para obras atrasadas na Região Oeste, onde produtores contribuíram com projetos e áreas necessárias à execução dos serviços. Ele criticou empresas que assumem contratos sem capacidade para cumprir os cronogramas e defendeu mais responsabilidade na execução das obras.

“Toda empresa é bem-vinda, mas precisa pegar a obra, trabalhar e entregar para a nossa população”, afirmou.

Outro problema apontado pelo parlamentar envolve a liberação de áreas e cascalheiras, que podem provocar paralisações, alterações nos projetos e aumento dos custos. Moretto defendeu maior agilidade nos processos para solução dessas situações, respeitando a legislação.

O deputado Nininho (Republicanos) participou da reunião e também defendeu a revisão de preços e fiscalização de obras, considerando o aumento dos custos de insumos e mão de obra. Para ele, é necessário buscar um equilíbrio que permita às empresas continuarem atuando, executando obras de qualidade e mantendo a saúde financeira.

“Precisamos fazer essa intermediação junto ao governo, à secretaria e ao Sindicato da Construção para encontrar um meio-termo que seja justo. Só se faz uma obra de qualidade quando se tem um preço justo”, destacou Nininho.

Como encaminhamento, os parlamentares propuseram reuniões e ou audiências públicas com representantes de Sindicatos Rurais, empresas e com a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) para discutir os entraves e buscar soluções conjuntas.

“A infraestrutura não pode ser lenta e demorada em um estado que anda tão rápido”, ressaltou Moretto, ao reafirmar o compromisso da comissão com o avanço das obras e o desenvolvimento de Mato Grosso.

Fonte: ALMT – MT



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