Mato Grosso
Confirmada como pré-candidata ao Senado: Gisela Simona convida população para participar da convenção do PROS
Mato Grosso
Da Redação
Com discurso de combater a corrupção, fiscalizando o poder executivo federal, defender o direito do consumidor, buscando politicamente taxas de cobranças mais justas, e incentivar a educação e construções de creches, a secretária de adjunta do PROCON-MT, Gisela Simona (PROS) confirma a sua pré-candidatura ao Senador Federal.
Está marcada para amanhã, às 9:00hs, no Hotel Fazenda Mato Grosso, uma Convenção do PROS, para a escolha da candidatura para a Eleição Suplementar ao Senado da República 2020.
Desde as eleições de 2018, quando a população votou para escolher os representantes, na Assembleia Legislativa, Governo do Estado, Câmara Federal, Senado Federal e Presidência da República, que o nome de Gisela Simona, que foi candidata a deputada federal, tomou conta das graças da população de Mato Grosso.
Em sua primeira disputa eleitoral, Gisela foi a mais votada em Cuiabá, onde obteve 12% dos votos dos cuiabanos, somando 33.762 votos, e cerca de 10% dos votos dos várzea-grandenses, com 11.750 votos.
Naquele período, Gisela se colocou à disposição para disputar as eleições por clamor popular, virando destaque e referência na política, agora pelo tudo indica o povo terá a opção nome de Gisela Simona para o Senado Federal.
De acordo com especialistas em política, a chance de Gisela Simona obter êxito é muito grande, já que seu nome é um clamor popular, ao contrário dos seus adversários, os milionários do agronegócio, que mesmo possuindo milhões para gastar em uma campanha, estão fazendo apenas acordo com “caciques” da política, esquecendo de falar com o povo.
A pré-candidata ao Senado Federal, Gisela Simona participou de uma entrevista, em um programa de televisão, nesta semana, quando aproveitou a oportunidade para convidar a população para participar da convenção do PROS, que vai ser realizada na próxima quinta-feira, 12.03.2020.

Mato Grosso
Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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