"Reconhecimento"

Governador Mauro Mendes recebe prêmio nacional de gestão pública

Premiação foi definida por secretários de Administração de todos os estados.

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Política

Foto: Mayke Toscano/Secom-MT

O governador Mauro Mendes recebeu o “Mérito Consad de Gestão Pública”, prêmio nacional destinado a nomes que se destacaram em prol da eficiência de gestão.

A premiação ocorreu no final de março durante o XI Congresso do Conselho Nacional de Secretários de Estado da Administração (Consad), formado por Secretários de Administração/Gestão de todos os estados.

“Fiquei muito honrado pelo prêmio. Esse reconhecimento é toda a gestão, que inclui nossos secretários, servidores, população e os nossos parceiros. Pois foi com a união de esforços que conseguimos consertar as finanças do Estado, implantar um grande programa de investimentos, reduzir impostos e voltar esforços a uma gestão eficiente que traz resultados melhores aos mato-grossenses”, afirmou o governador.

O Mérito Consad de Gestão Pública premiou este ano 16 nomes que tiveram reconhecimento na atuação profissional, no campo da gestão, da pesquisa ou da política em defesa da gestão pública. 

O prêmio, que foi criado em 2010, é uma homenagem anual a personalidades escolhidas pelos membros do Conselho em votação.

Para Fabrício Marques, presidente do Consad, a premiação é um reconhecimento de que as boas práticas para a gestão pública merecem ser reconhecidas e difundidas. 

“São figuras que ajudam a levar adiante a batalha de modernizar a gestão pública no país e que, em um momento tão polarizado do país, merecem o reconhecimento” ressaltou Marques.

Confira a lista de vencedores do prêmio:

.      Mauro Mendes – Governador de Mato Grosso

·      Alessandro Vieira – Senador

·      André Clemente – Conselheiro do Tribunal de Contas GDF

·      Antônio Anastasia – Ministro do Tribunal de Contas da União

·      Carlos Portinho – Senador

·      Cármem Lúcia – Ministra do Supremo Tribunal Federal

·      Cristiano Rocha Heckert – Diretor-Presidente da Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Executivo (Funpresp-Exe)

·      Ricardo Teixeira do Valle Pereira – Presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região

·      Luís Felipe Salim Monteiro – Membro do Setor Governamental – Comitê Gestor da Internet no Brasil

·      Joice Toyota – Diretora Executiva do Vetor Brasil

·      Kátia Abreu – Senadora

·      Raquel Teixeira Lyra – Prefeita de Caruaru-PE

·      Helger Marra Lopes – Presidente da Fundação João Pinheiro

·      Guilherme Coelho – Fundador do Instituto República (República.org)

·      Joelson Vellozo Jr. – Diretor de Desenvolvimento de Negócios na Microsoft

·      Tadeu Barros – Diretor-Presidente do Centro de Liderança Pública (CLP)

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Sancionada lei que autoriza o BNDES a criar subsidiárias

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Foi sancionada pela Presidência da República a Lei 15.501, de 2026, que autoriza o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a constituir novas subsidiárias para ampliar sua capacidade de atuação. Pela norma, o BNDES — que já conta com subsidiárias, como o BNDESPar, que atua no mercado de capitais, e a Finame, de financiamento à indústria — poderá criar outras para complementar sua atuação, desde que obedeça às determinações da Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101, de 2000).

A norma foi sancionada com veto à criação do Fundo de Crédito à Exportação (FCE), que, para o Poder Executivo, já tem seus objetivos alcançados por outras políticas públicas. Dos 13 dispositivos do texto enviado à sanção pelo Congresso, dez se referiam ao novo fundo para exportadores e foram vetados.

Publicada nesta quinta-feira (10) no Diário Oficial da União (DOU), a lei tem origem no PL 5.961/2025, do então senador Fernando Farias (MDB-AL). O projeto foi aprovado com relatório favorável do senador Esperidião Amin (PP-SC), antes de seguir para a Câmara dos Deputados.

Vetos

Os dispositivos vetados criariam o FCE para direcionar aos exportadores recursos para capital de giro, aquisição de máquinas e projetos de investimento. O fundo, com regras de funcionamento e gestão, seria usado para financiar operações de pré e pós-embarque e apoiar a modernização de empresas exportadoras. Segundo a Presidência da República, em que pese a boa intenção da proposta, o texto contraria o interesse público por criar um fundo de natureza contábil e financeira sem demonstrar que seus objetivos não poderiam ser alcançados por instrumentos de apoio à exportação já existentes.

O governo apontou ainda que a criação do fundo este ano contraria a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, que não permite a criação, no exercício financeiro, de fundos para financiar políticas públicas. Também considerou inconstitucional a criação de um comitê gestor para administrar o fundo por iniciativa parlamentar. A mensagem de veto ressalta que cabe ao Poder Executivo propor mudanças na organização e no funcionamento da administração pública federal.

Outro dispositivo vetado previa alterações nas regras de compartilhamento de riscos entre fundos garantidores. De acordo com a mensagem de veto, as mesmas mudanças já haviam sido incluídas na Lei 15.473, de 2026. Para o governo, a repetição poderia gerar redundância normativa e insegurança quanto à redação vigente.

Os vetos presidenciais serão analisados pelo Congresso Nacional em data ainda a ser definida. 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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