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Está marcado o embater: o povo com Abílio X vereadores da base e Emanuel

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Da Redação

O embate envolvendo os vereadores da base do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) com os vereadores de oposição, já tem dia e hora marcada, ocorrerá na sexta-feira, dia 06.03.2020, às 8:00hs na Câmara Municipal de Cuiabá, quando será votada a cassação do mandato do vereador Abílio Júnior (PSC).

Desde o início do mandato do prefeito Emanuel Pinheiro, que o vereador Abílio tomou a postura de oposição, realizando diversas fiscalizações, que resultaram em denúncias, desmantelamento de esquemas e até prisão de secretário, como foi no caso da Secretaria Municipal de Saúde, com o Operação Sangria.

“A atuação dos vereadores de oposição desagradou o sistema implantado pela gestão Emanuel Pinheiro”.

Vereadores de oposição:

Abílio Júnior (PSC), Diego Guimarães (Progressista), Dilemário Alencar (PROS), Marcelo Bussiki (PSB) e Felipe Wellaton (PV).

Este grupo de vereadores realizaram ações que levaram o Ministério Público a investigar várias atividades exercidas pelo poder executivo municipal, como foi o caso dos aluguéis pagos, para um imóvel que ainda se encontrava fechado, em estado inviável de utilização.

Durante esses últimos anos, os parlamentares da oposição conseguiram exercer uma das principais funções do vereador, que é fiscalizar as atividades realizadas pela Prefeitura, mesmo com uma ação na justiça, tentando impedir que o vereadores realizem seus trabalhos de fiscalizador.

Certo é que o vereador Abílio Júnior cometeu exageros na forma que escolheu para realizar suas fiscalizações, com algumas atitudes inconvenientes e sensacionalista, porém, mesmo com todas essas peculiaridades, as investigações realizadas pelo Ministérios Público, provinentes de alguns flagras cometido pelo chefe do poder executivo municipal, caracterizando até em graves danos ao erário público, e mesmo assim, a maioria dos vereadores da Câmara Municipal de Cuiabá, insiste em “deitado eternamente, dormindo em berço esplêndido”.

A sessão de amanhã promete agitar a cidade, o vereador Abílio pode até não ter a maioria dos vereadores do seu lado, porém existem uma grande parcela da população Cuiabá, que torce e luta para a sua permanência, já que se o peso o “paletó” não derrubou Emanuel, não são as fiscalizações de Abílio, que servirão de motivos para basear uma cassação.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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