Mato Grosso

Mesmo com o mandato cassado pela justiça, Wallace Guimarães se lança pré-candidato a prefeito

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Da Redação

A cidade de Várzea Grande acordou pavorosa com notícia da confirmação da pré-candidatura do ex-prefeito cassado, Dr. Wallace Guimarães (PV), que estaria apostando na amnésia da população, referente aos crimes e investigações envolvendo o seu nome, que resultou em sua cassação em 2015.

Caso Sodoma.

Pela bíblia, foi uma cidade destruída por Deus devido a prática de atos imorais praticada por seus habitantes.

No comparativo com as atividades delatas pelo ex-governador Silval Barbosa, como também pelo seu ex-secretário de Administração, César Zílio, o ex-prefeito de Várzea Grande teria cometido os mesmo atos imorais, condenados por Deus, sendo de momento investigado e condenado pela justiça do homem.

Assim, como o Príncipe de Nicolau Maquiavel, Wallace Guimarães usou de artimanhas e manipulação para conquistar o poder, “os fins justificam os meios”, conforme foi investigado e condenado pela justiça.

Na delação do ex-secretário Zílio, o então deputado estadual e na época pré-candidato a prefeito de Várzea Grande, Wallace Guimarães foi até a Secretaria de Administração do Estado, para propor que ambos articulassem uma forma para conseguir recursos, com objetivo de financiar a sua campanha a prefeito de Várzea Grande.

Zílio também relatou que Wallace apresentou todo planeamento da forma que o recurso seria levantado, propondo que o fossem forjados contratos sobre serviços gráficos com pagamentos feitos pelo estado, sendo que os serviços jamais seriam realizados, e que o recuso retornasse por meio dos empresários parceiros.

“Diante da resistência em fazer o esquema proposto, Wallace tira afirmado que conseguiria a autorização do ex-governador Silval Barbosa, quando consegui no mesmo dia”.

De acordo com o Ministério Público, só neste esquema, o trio teria desviado cerca de R$ 4.9 milhões.

Wallace Guimarães – R$ 2 milhões.

Silval Barbosa – R$ 1 milhão.

César Zílio – r$ 1 Milhão.

Crimes que o denominado pré-candidato a prefeito de Várzea Grande, Wallace Guimarães é acusado de fazer parte:

Concussão (quando o servidor público, em razão do cargo que ocupa, exige vantagem indevida)

Fraude a licitação.

Corrupção ativa e passiva.

Fraude processual.

Lavagem de dinheiro.

Extorsão e formação de organização criminosa.

Pelo que tudo indica, Wallace Guimarães está certo que o povo de Várzea Grande tem memória curta, ou é conivente com os atos irregulares e imorais, como também, Wallace estaria menosprezando a inteligência da população que trabalha de forma honesta e faz a cidade industrial funcionar.

“Hoje pela manhã já era ouvida em Várzea Grande… #Wallace não!”.

O ex-prefeito cassado Wallace Guimarães foi procurado para falar sobre o assunto, mas até o fechamento a matéria, não foi localizado.

 

Foto: reportermt

 

 

 

 

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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