"Mais Educação"
Governo de MT entrega escola técnica e já investiu R$ 251 milhões em 3 anos
São recursos que contemplam infraestrutura, educação, saúde, assistência social e agricultura familiar.
Política
O governador Mauro Mendes entregou, nesta terça-feira (29.03), as obras de construção da Escola Técnica Estadual de Cáceres. Foram investidos R$ 15 milhões nessa obra, que ficou paralisada por 10 anos e foi retomada na atual gestão, em 2019. A unidade vai atender toda a Região Oeste do Estado.
A obra faz parte de um pacote de investimentos realizados pelo Governo de Mato Grosso no município de Cáceres (225 km a oeste de Cuiabá), com investimento total de R$ 251 milhões, em três anos. São recursos que contemplam infraestrutura, educação, saúde, assistência social e agricultura familiar.
“Essa é a primeira escola técnica a ser inaugurada, de um total de oito que estavam paralisadas e nós retomamos, assim como tantas outras obras no Estado. Essa escola vai qualificar pessoas diretamente vocacionadas ao trabalho. Mas primeiro vamos identificar qual a demanda de mão de obra que está faltando na região e ofertar cursos conforme essa demanda, para que as pessoas não saiam daqui só com o diploma, mas sim com uma profissão e, se possível, com emprego”, destacou o governador.
A prefeita de Cáceres, Eliene Liberato Dias, destacou o momento histórico para o município, que vai conseguir disponibilizar formação técnica para jovens e adultos e aumentar as oportunidades no mercado de trabalho.
“Quantos governos passaram e não conseguiram concluir essa obra, que ficou só na promessa. Então, o sentimento que nós temos hoje é de gratidão, porque o governo estadual está dando conta do recado, está oferecendo apoio aos prefeitos com serviços de qualidade ao cidadão, tudo isso, com muita seriedade, comprometimento e sensibilidade, além da escola técnica, nunca o Estado investiu tanto em Cáceres em ações e obras que vão beneficiar toda a região oeste”, comemorou a gestora.
O deputado estadual Max Russi destacou a importância da inauguração da escola técnica de Cáceres após 12 anos de espera, desde a assinatura para o início da obra em 2010.
“Esse atraso gerou inúmeros prejuízos à sociedade. Não temos como mensurar as perdas que essa demora provocou, aliás, era muito comum os gestores no passado receberem recurso, iniciar a obra e não ter o comprometimento de terminar. Felizmente, o atual governo estadual vem demonstrando muita seriedade e eficiência na gestão do dinheiro público e vem concluindo vários ‘esqueletos’ deixados por gestões passadas. São obras importantes, como essa, obras na saúde, na educação e na infraestrutura”, reforçou o parlamentar.
Política
Podemos concentra R$ 2 milhões em campanha e mira bancada de seis deputados
O Podemos decidiu apostar alto na eleição proporcional de Mato Grosso e já destinou R$ 2,05 milhões em recursos de campanha aos candidatos que disputam vagas na Assembleia Legislativa. A estratégia acompanha uma meta ambiciosa anunciada pelo partido: eleger pelo menos seis deputados estaduais e formar uma das maiores bancadas da próxima legislatura.
A legenda lançou 25 nomes para a disputa pela ALMT e, de acordo com o presidente estadual do Podemos, Max Russi, trabalha com a expectativa de conquistar seis cadeiras, podendo chegar a sete. A projeção colocaria o partido com um quarto das 24 vagas do Legislativo estadual.
A distribuição dos recursos, porém, não ocorre de maneira uniforme. O próprio Max Russi, que busca a reeleição e atualmente preside a Assembleia, recebeu R$ 450 mil, o maior repasse registrado até agora. O valor representa cerca de 22% de todo o montante distribuído pelo partido.
Na sequência aparecem Karen Rocha, com R$ 200 mil, e Beto Dois a Um e Valdeníria Dutra, com R$ 150 mil cada. Outros sete candidatos, Adelcino Lopo, Bira, Geovane Gamba, Janailza Taveira, Allan Kardec, Sargento Casarin e Scheila Pedroso, receberam R$ 100 mil cada.
Também foram registrados repasses de R$ 50 mil para Alessandra Ferreira, Alex Rodrigues, Gustavo Bang, Joize Marques, Marcos Paulista, Meraldo Sá, Priscila Dourado e Salete Bergamin. Enquanto isso, Fabinho Tardin, Mauro Savi, Rafael Machado e Ulysses Moraes ainda não haviam recebido recursos do partido no levantamento. Carlos Kan aparece como inapto por não ter apresentado prestação de contas à Justiça Eleitoral.
A estratégia financeira revela uma tentativa do Podemos de transformar a força da chapa em representação efetiva no plenário. A legenda trabalha com a possibilidade de ampliar significativamente sua presença na Assembleia, mas o resultado dependerá do desempenho conjunto dos candidatos e da distribuição das vagas pelo sistema proporcional.
Com a maior parte da verba ainda concentrada em um grupo específico de candidaturas, o desempenho das urnas também será um teste para a aposta feita pela direção partidária. A promessa de seis cadeiras significa, na prática, conquistar 25% da Assembleia, uma meta que colocaria o Podemos no centro das articulações pelo comando da próxima legislatura.
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