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Matriculas web para novos alunos começam hoje (03)

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Da Redação

A segunda etapa de matriculas web nas unidade escolares da rede estadual de ensino para novos alunos, se iniciam hoje terça-feira (03) e encerram na segunda-feira (09).

Os pais precisam ficar atentos para o preenchimento do cadastro que é obrigatório, para assim efetuar as matriculas em escolas que iniciarão o ano letivo no dia 23 deste mês de março.

Algumas escolas regulares, especializadas, do campo, quilombolas, indígenas e Centros de Educação de Jovens e Adultos (Cejas) não participam da matricula web.

As matriculas web, bem como o adastro de usuário, devem ser realizados no site da seduc, após o cadastro realizado, os pais ou responsável recebe um login e uma senha. Mas Secretaria de Estado de Educação (Seduc) recomenda que essa etapa seja concluída o quanto antes, para ganhar agilidade.

A 2ª etapa, após o cadastro, compreende dois momentos simultâneos que é a solicitação de matrícula web, sendo que, ao confirmar a solicitação, o sistema emitirá uma ficha com as informações cadastradas.

A segunda fase é a confirmação da solicitação de matrícula web, que será na unidade escolar, com data e horário de atendimento constante na ficha de solicitação. A matrícula só será efetivada quando validada pela unidade escolar.

O horário de atendimento para confirmação da matrícula nas escolas que atendem nos três turnos será das 7h às 19h e nas que atendem dois turnos, das 7h às 18h30.

Entende-se por alunos novos, aqueles que não constam na unidade escolar no término do ano letivo de 2019, como os que ingressarão no ensino fundamental e médio, os transferidos de qualquer rede de ensino, bem como os alunos que apresentam situação de desistente ou abandono no sistema SigEduca, módulo Gestão Educacional (GED)

Foto: Internet/Ilustrativa

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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